Volante do Flu diz que praticamente foi criado no Beira Rio e tem uma gratidão eterna pelo ex-clube

Marcar gols não é uma característica muito comum na carreira de Edinho . Em onze anos de profissão, com passagens por Boavista (RJ), Internacional , Palmeiras , Lecce (ITA) e Fluminense , o volante balançou a rede apenas 12 vezes. Seis delas pelo Colorado, clube pelo qual disputou 286 jogos em seis temporadas e conquistou seis títulos, entre eles a Libertadores e o Mundial Interclubes de 2006. Com tanta história vivida no Beira Rio para contar, Edinho afirma que caso marque um gol quinta-feira não vai comemorar.

“É difícil eu fazer um golzinho, mas se fizer não vou comemorar por respeito ao Internacional e por tudo que o clube fez por mim. Isso vai de cada um. Uns comemoram, outros não”, explicou o volante.

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Ao contrário do atacante Rafael Sobis , que jamais enfrentou o Internacional, Edinho já teve o ex-clube como adversário no Brasileirão de 2010 e reconhece que a sensação não foi das melhores.

“É um pouco estranho, mas hoje tenho que defender o Fluminense. Minha história com o Internacional é muito bonita. Eu e minha família temos uma gratidão muito grande pelo clube pelo resto da vida. Praticamente fui criado no Internacional e foi lá que aprendi a ser homem. Mas vou procurar ajudar o Fluminense a vencer”, disse Edinho.

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Titular absoluto do time do Fluminense desde que Abel chegou às Laranjeiras, Edinho não se considera intocável na equipe pelo treinador. Pelo contrário, o volante lembra que a qualidade do elenco tricolor é tanta que é preciso matar um leão a cada treino para levar a melhor sobre Valencia , Diogo , Fernando Bob e Rodrigo .

“Aqui ninguém tem vaga cativa. A briga é árdua e nós brincamos durante o treino que temos que matar um leão por dia para seguir no time. Ninguém quer dar brecha. A gente sabe quem sai do time, seja por suspensão ou contusão, sofre para voltar”, afirmou.

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