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Edinho não descarta mudar de posição e virar zagueiro

Jogador do Fluminense diz que se sente à vontade na nova função e vai deixar decisão para Abel Braga

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Improvisado na zaga ao lado de Gum desde as lesões de Leandro Euzébio e Digão na derrota de 2 a 0 para o Boavista, pela Taça Rio, Edinho, de cara, rechaçou a possibilidade de se tornar zagueiro de origem, mas as boas atuações têm sido tão elogiadas pela comissão técnica e pelos torcedores do Fluminense que o jogador não descarta uma mudança de posição definitiva.

“Se você me perguntasse isso antes, eu diria que queria ser cem por cento volante. Mas hoje eu afirmo que posso jogar tanto de volante, como de zagueiro. Com o decorrer dos jogos, eu amadureci na posição. Tenho treinado muito forte e o Gum vem me dando muitos toques. Eu prefiro deixar essa decisão a cargo do treinador. O que ele achar melhor, eu vou fazer. Seja como volante ou como zagueiro, eu vou procurar ajudar o Fluminense da melhor maneira possível”, afirmou.

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Mas o começo foi difícil. Quando chegou nas Laranjeiras em janeiro deste ano, a comparação com o ídolo Edinho foi imediata e inevitável. Afinal, carregar o mesmo nome de um dos maiores craques da história do clube não é fácil. À época, ele se sentiu honrado, mas foi logo avisando que sua posição de origem era volante e que se jogasse um terço do que seu antecessor jogou, estava de bom tamanho.

“Infelizmente eu só o vi jogar no futebol de areia e não tive a honra de conhecê-lo pessoalmente. Mas meu pai disse que ele foi o maior zagueiro que ele viu e que se eu jogar 20 por cento que ele jogou, eu estou bem (risos). Meu pai idolatra o Edinho. Como eu não o vi jogar, vou fazer uma busca na internet sobre ele”, afirmou o jogador.

Edinho estreou na posição como titular dia dois de abril contra o Volta Redonda. Daí em diante não saiu mais e se firmou na zaga. A sequência na nova função já dura sete partidas, mas não é a mais longa de sua curta carreira como defensor.

“Em 2004, pelo Internacional, eu tive uma sequência grande como zagueiro ao lado do Alexandre Lopes, e fomos campeões gaúchos. Eu joguei praticamente a temporada toda na zaga aquele ano. O técnico era o Lori Sandri. Já no Palmeiras, foram quatro ou cinco jogos apenas”, lembra Edinho.

Se atualmente o jogador se sente à vontade na nova função, ele admite que nem sempre foi assim. Nas primeiras partidas com a camisa do Fluminense, o receio de errar era grande.

“Antes eu confesso que tinha um certo receio. Não era medo, mas têm uns cruzamentos laterais em que o zagueiro tem que ter o tempo de bola e eu tinha um pouco de dificuldade. Mas treinei bastante essas jogadas com o Gum e ele tem me orientado bastante. Acho que estou crescendo na posição”, afirmou.

Leandro Euzébio e Digão que se cuidem.

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