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Edinho e Araújo finalmente são apresentados pelo Fluminense

Ainda sem condições de entrar em campo, jogadores vibram com oportunidade de trabalhar com Muricy Ramalho.

Marello Pires, iG Rio de Janeiro |

Foram muitos os capítulos, alguns longos e cansativos, outros de puro suspense. Mas, no fim, a novela envolvendo as contratações de Edinho e Araújo teve um final feliz para o Fluminense. Após suarem a camisa com os demais jogadores no calor insuportável do Rio de Janeiro, finalmente os últimos reforços do time foram apresentados, nesta quarta-feira, no salão nobre das Laranjeiras.

Indicado pelo técnico Muricy Ramalho, com quem trabalhou no Internacional, Edinho chega do Palmeiras para defender o clube das Laranjeiras pelas próximas três temporadas. Já Araújo, contratado do Al-Gharafa, do Catar, e sonho antigo da patrocinadora do clube, assinou um compromisso de dois anos com o Fluminense.

“Estou muito feliz em vestir essa camisa. Depois de tanta luta para finalizar essa negociação desde o ano passado, eu vou poder realizar o sonho de disputar uma Libertadores. Quero agradecer a todos pela forma como fui recebido e vou fazer o máximo para retribuir esse carinho dentro de campo. Vai ser um prazer trabalhar com o Muricy, mas sei que a responsabilidade desse grupo é grande”, disse Araújo.

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Edinho e Araújo durante a apresentação oficial no Fluminense

Rápido e habilidoso, Araújo passou muito tempo atuando no Japão e no Catar. Porém, o atacante afirma que não mudou suas características nas três temporadas fora do país e que o torcedor do Fluminense vai ver o mesmo jogador envolvente dos tempos de Goiás.

“Continuo com as mesmas características de partir para cima do adversário. Apesar da idade, eu sempre me cuidei e me preparei bem fisicamente. Estou treinando a parte física há uma semana, hoje fiz meu primeiro treinamento com bola e acredito que em uma semana eu já esteja bem para estrear”, afirmou.

Natural de Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, Edinho defendeu as categorias de base do extinto Barreira, que hoje disputa a primeira divisão do Carioca como Boavista. Em várias ocasiões ele enfrentou o Fluminense, time do coração de praticamente toda sua família. Agora, após tantos anos, o jogador finalmente poderá realizar seu grande sonho.

“Meu avô, que já faleceu, era tricolor fanático e sempre me cobrava que um dia eu tinha que jogar no Fluminense. Meu pai e meus tios também são doentes e por isso estou muito feliz por poder realizar o sonho deles e meu. Mas agora a cobrança em casa vai ser dobrada”, brincou Edinho.

Como só participou de dois dias da pré-temporada do Palmeiras, Edinho acredita que ainda vai precisar de duas semanas de treinamento para estar apto a entrar em campo. O volante disse ainda que não vê problema algum em atuar como zagueiro se Muricy Ramalho precisar. Aliás, foi na zaga que seu xará da década de 80 se consagrou como um dos maiores ídolos do clube das Laranjeiras.

“Eu sei que esse nome aqui tem um peso enorme. Infelizmente eu não o vi jogar, mas meu pai fala que ele foi um grande jogador e sei que é difícil repetir o que ele fez com a camisa 5 do Fluminense”, disse o jogador, que costuma jogar com o mesmo número do eterno craque.

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