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Assim como Lucas, meio-campista do São Paulo não jogou na goleada sofrida no 1º turno e não vê clima de revanche

Na manhã desta segunda-feira no São Paulo , a derrota por 5 a 0 sofrida diante do Corinthians no primeiro turno do Campeonato Brasileiro ainda era comentada até pelos seguranças do CT da Barra Funda, que diziam ainda estar com a goleada "fresca na memória" e pensando em revidar. Entre os jogadores, oficialmente, o discurso não é esse. Mas ninguém esconde: o clássico desta quarta-feira não é só mais um compromisso.

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"Com certeza é uma final. É mais do que uma decisão. Não é o último jogo do campeonato, mas enfrentaremos um concorrente direto nosso ao tíulo. Se vencermos, abriremos uma distância de quatro pontos para eles", disse Cícero, que não esteve em campo no jogo do primeiro turno e ainda negou o sentimento de vingança.

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"Não vejo um clima de revanche. Eu não estava aqui, mas, pelo que fiquei sabendo, a nossa equipe estava bastante desfalcada. Mas é lógico que é uma situação diferente por ser contra um adversário direto que briga pelo título", disse Cícero, que teve o mesmo discurso de Lucas . O jovem camisa 7 também não atuou no primeiro turno e não encara o clássico como revanche.

Cícero, meio-campista do São Paulo
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Cícero, meio-campista do São Paulo
Quem terminar o clássico desta quarta-feira, no Morumbi, com a vitória encerrará o dia na primeira colocação do Brasileirão, já que o Vasco, que inicia a 25ª rodada na ponta da tabela, só atuará na quinta-feira, contra o Atlético-GO, em São Januário. Por isso, a receita é entrar ligado.

"Em clássico, a responsabilidade divide em 50% para cada um. E não vejo ponto fraco no Corinthians, durante os 90 minutos batalham e correm muito. Clássico é decidido nos detalhes e, quem errar menos, vai sair vitorioso", declarou Cícero.

O meia ainda comemorou o fato do São Paulo ter poucos jogadores no departamento médico e nenhum suspenso. Ainda estão machucados Fernandinho, Bruno Uvini e Cañete. Já Luis Fabiano treinou bem nesta segunda e pode até aparecer como grande novidade na partida , apesar das chances serem pequenas.

"Quem ganha é a equipe. É uma dor de cabeça a mais para o Adilson, uma dor de cabeça boa ter o elenco quase completo. E poder chegar no clássico com todo mundo à disposição quem ganha é a gente", disse Cícero, que ainda comentou a volta de Denilson. "A gente sabe da qualidade do Denilson, é sempre bem vindo, e isso de escalar ou não é questão do Adilson", finalizou.

*Com Gazeta Esportiva

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