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Dúvidas sobre o Fielzão irritam Andrés Sanchez em evento com Ricardo Teixeira

Representante do São Paulo em encontro com empresários questionou viabilidade financeira e terreno do estádio em Itaquera

iG São Paulo |

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A rixa entre as diretorias do Corinthians e do São Paulo por causa da escolha do futuro estádio corintiano para a Copa do Mundo de 2014, vencendo o Morumbi na disputa, fez o presidente corintiano, Andrés Sanchez, se irritar em evento realizado na tarde desta segunda-feira, em um hotel na zona sul de São Paulo. O encontro teve a participação do presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do COL (Comitê Organizador Local), que apresentou a empresários detalhes de como está a preparação para o Mundial.

Aberto a perguntas dos presentes, sempre via João Doria Jr., anfitrião do evento, o representante do São Paulo, o vice-presidente José Carlos Ferreira Alves, questionou Teixeira sobre a viabilidade financeira do estádio em Itaquera, na zona leste da capital paulista, e sobre a situação judicial do terreno cedido ao Corinthians pela Prefeitura. O Ministério Público questiona a validade da concessão, de 1989, porque o clube não cumpriu as exigências, como construir o estádio em três anos.

AE
Ricardo Teixeira responde a perguntas de empresários durante evento em São Paulo

A análise do projeto ainda está sendo feita e quando for definido como será a construção vamos exigir as garantias financeiras, respondeu Teixeira, sem se alongar e sem falar sobre o terreno. Sentado em uma mesa ao lado do presidente do Santos, Luiz Álvaro de Oliveira, Sanchez bufou e se virou para a mesa dos jornalistas, ao lado, e disparou O Juvenal (Juvêncio) quem mandou perguntar isso, disse o corintiano.

Sanchez e Juvenal estão rompidos desde fevereiro de 2009, quando a diretoria do São Paulo cedeu apenas 6 mil ingressos para a torcida corintiana em um clássico no Morumbi, Desde então provocações de ambos os lados são feitas sempre que há encontros em conjunto e o ápice foi a saída do Morumbi, e entrada do Fielzão, como estádio paulista para a Copa de 2014. Sanchez é aliado de Ricardo Teixeira, enquanto Juvenal Juvêncio votou em Fábio Koff na eleição do Clube dos 13. Teixeira e Sanchez apoiavam Kleber Leite, ex-presidente do Flamengo.

Palavrões
Na saída do hotel, Sanchez estava irritado com o questionamento sobre o estádio e respondeu atravessado aos jornalistas. Ele (Alves) pode perguntar o que quiser. Vivemos numa democracia. Questionado pelo iG como está o andamento do projeto do Fielzão, o presidente corintiano foi irônico: Está uma m.... Uma p... Como todos querem que esteja, disse.

A ironia não parou por aí nem quando o assunto mudou para a mala branca, ajuda financeira, que o Corinthians poderia dar ao Guarani para que o clube campineiro, já rebaixado para a Série B, ao menos empate com o Fluminense no domingo. Você é corintiano?, perguntou Sanchez ao repórter que fez a pergunta. Com a resposta afirmativa, o presidente mandou então que o jornalista assinasse um cheque.

Questionado se jogadores entraram em contato com alguém do Guarani, continuou irônico. E jogador assina cheque? Não vai ter mala nenhuma. Já disse e repito: se perdermos o título será por culpa nossa, pelos pontos que perdemos.

O dirigente são-paulino que causou a fúria de Sanchez deixou o hotel sem querer dar entrevista e apenas reclamou que Teixeira não respondeu sua pergunta com relação aos problemas burocráticos do terreno.

Antes da pergunta de Alves, outro interessado em estádio corintiano havia questionado Teixeira sobre a possibilidade de São Paulo perder a abertura da Copa caso o "Fielzão" não seja construído a tempo. A pergunta de Juan Quirós, executivo do grupo Advento (especializado nas áreas de engenharia e construção civil) e que apresentou proposta de construção de estádio para o Corinthians em Itaquera, também fez Sanchez "fechar a cara".

O presidente da CBF respondeu que, por enquanto, o estádio do Corinthians está seguindo os trâmites normais e que o Morumbi teve um ano e meio para viabilizar projeto e dinheiro e não conseguiu.

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