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Dois jogos sem sofrer gols tiram peso das costas do zagueiro Dedé

Jogador explica que na fase adversa, setor defensivo é o que mais sofre. Nervosismo atrás pode ser fatal

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

A sensação em São Januário é que a cada dia se tira um peso das costas. E não se trata de pouca coisa. É discurso recorrente entre os jogadores que as duas partidas sem derrotas na Taça Guanabara (empate com o Volta Redonda e vitória sobre o Americano) representaram uma tonelada a menos sob as costas de cada um. Exagero à parte, o fato é que desde domingo o ambiente no Vasco mudou. Quem mais comemorou foi o zagueiro Dedé. Afinal, a responsabilidade estourava na defesa com tantos gols sofridos.

O alívio não é apenas por causa das duas partidas invictas. E sim pela pressão que o setor defensivo sofre quando o grupo perde a calma e a confiança. Com medo de arriscar a jogada, a bola do meio para a frente é tocada para o lado ou atrasada, deixando os zagueiros em situação de extremo nervosismo. Uma vez que se um deles cometer uma falha, já que emocionalmente todos estão abalados, o adversário ficará em condições de marcar.

“A bola queima, há o medo de arriscar. Por isso, nosso lema é jogar com simplicidade. Se errarem lá na frente, vai sobrar para a gente. E se agente errar também, já era. Por isso, temos que fazer o feijão com arroz”, disse o zagueiro.

Com a chegada de Ricardo Gomes, o lema é bola para frente. Na vitória de 3 a 0 sobre o Americano, o treinador orientou seus zagueiros e dar chutões. De preferência na direção de Marcel. A ideia é torcer para que a bola sobre para o atacante.

“De repetente, num contra-ataque, ele consegue um escanteio ou até um gol”, advertiu Dedé.


 

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