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Dívida com ex-presidente faz Santos ter contas bloqueadas pela justiça

Marcelo Teixeira quer receber de volta R$ 15 milhões que emprestou ao clube. Time da Baixada tentou oferecer CT Meninos da Vila como garantia de pagamento

Gazeta Esportiva |

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Os problemas jurídicos entre o Santos e o ex-presidente Marcelo Teixeira continuam. Isto porque, após a Vila Belmiro ser penhorada, como garantia do pagamento de um empréstimo feito pelo colégio Santa Cecília - de propriedade da família do antigo mandatário -, agora o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) determinou o bloqueio das contas do clube como garantia do pagamento de R$ 15 milhões a Teixeira, avalista de um empréstimo desse valor junto ao Banco Safra.

O ex-presidente teve que desembolsar a quantia em questão para cobrir essa dívida, que não foi paga no prazo estipulado pela atual cúpula santista, presidida por Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro.

Após tomar essa atitude, Marcelo Teixeira procurou o clube para ser ressarcido pelo dinheiro empregado no pagamento da dívida. Porém, não obteve sucesso, tendo que recorrer à Justiça.

O Santos quis oferecer o CT Meninos da Vila - onde treinam as categorias de base do time - como garantia do pagamento da dívida, hipótese rechaçada por Teixeira. Com isso, os desembargadores determinaram que o imóvel fosse desconsiderado e substituído pela "penhora online de dinheiro".

Apesar disso, o ex-presidente santista diz acreditar que pode haver um acordo com a atual administração, para resolver o imbróglio. Teixeira assegurou que aceita o parcelamento da dívida. A diretoria do Santos, através do seu departamento jurídico, ainda não se pronunciou sobre o assunto, pois o clube ainda não foi notificado da decisão do TJ-SP.

Grupo Sondas
Não é apenas o ex-presidente, Marcelo Teixeira, que cobra o time da Baixada na justiça. A empresa DIS, braço esportivo do grupo Sondas, deve ingressar em breve com uma ação judicial contra o Santos. A intenção do antigo parceiro é receber os 25% que tinha direito por conta da transferência do meio-campista Wesley para o Werder Bremen (Alemanha), por 10 milhões de euros (R$ 23,5 milhões).

O valor que será pedido pela DIS equivale a 2,5 milhões de euros (R$ 5,9 milhões), além do pagamento de uma multa prevista em contrato, caso não houvesse o repasse dessa quantia. O grupo Guia (Gestão Unificada de Inteligência e Apoio ao Santos), formado por um colegiado de empresários que auxiliam Oliveira Ribeiro a administrar o Santos, tentou costurar um acordo, sem êxito

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