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"Disse que Goiás cairia, não acreditaram", conta técnico Jorginho

Hoje na Lusa, técnico lembra que levou Goiás à semi do Estadual em 2010 e fez o alerta, mas foi ignorado

Gazeta |

Depois de três anos alternando-se como coordenador das categorias de base, treinador interino e auxiliar dos profissionais do Palmeiras, Jorginho teve sua primeira chance como técnico efetivo em time grande no Goiás em 2010. Agora na Portuguesa, o ex-meia afirma que, se a diretoria do alviverde do Cerrado tivesse confiado em sua análise, estaria na Série A do Brasileiro neste ano.

O treinador usou a lembrança como defesa de sua curta carreira ao ouvir que a "diretoria da Lusa faz uma aposta e poderia buscar nomes mais experientes". "Da mesma forma, tinham outros clubes que eu poderia ir. E muito treinador com muita cancha não tiraria o Goiás da última colocação e o colocaria em quarto. E ainda avisei à diretoria que o time cairia, mas eles não acreditaram. Se tivessem acreditado, não teriam caído", argumentou.

No início do ano passado, Jorginho trocou o cargo de auxiliar técnico de Muricy Ramalho no Palmeiras para tentar levantar o Goiás, em péssima campanha no Estadual. Classificou a equipe no Goiano, mas foi demitido em abril depois de levar 4 a 0 do Vitória pela Copa do Brasil e, na sequência, ser eliminado nas semifinais do Estadual com uma derrota por 4 a 2 para o Atlético-GO.

Dois treinadores renomados sucederam o atual técnico da Lusa no Goiás. Emerson Leão o substituiu e deixou o clube nas últimas colocações do Brasileiro. Depois, foi contratado o ex-lateral Jorginho, que havia acabado de participar da Copa do Mundo de 2010 como auxiliar de Dunga na seleção brasileira, mas não evitou a queda do clube à Série B.

"O Goiás ficou em último lugar (no Goiano) com um treinador maravilhoso, o Hélio dos Anjos, que até poderia estar aqui (na Portuguesa) ganhando muito mais do que eu, mas não foi bem naquela vez. Aí coloquei o time em quarto (no Goiano) e avisei que iam cair (no Brasileiro), mas não acreditaram neste técnico que tem um pouco menos de currículo que os outros", comentou.

Jorginho ainda lembrou que comandou a reação da Ponte Preta no segundo semestre, mas foi demitido porque não conseguiu o acesso à Série A nacional. "Depois de 30 anos, a Ponte teve pela primeira vez seis vitórias seguidas. São coisas que a gente só consegue com trabalho", gabou-se.

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