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DIS vai acionar Santos na Justiça para receber porcentagem da venda de Wesley

Investidores alegam que o clube não repassou 25% dos direitos econômicos que a empresa detinha do jogador na negociação com o Werder Bremen, da Alemanha

Samir Carvalho, iG São Paulo |

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O Grupo DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, vai acionar o Santos na Justiça para cobrar cerca de 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 5,8 milhões) do clube referentes à venda do meio-campista Wesley, negociado para o Werder Bremen, da Alemanha, no inicio do segundo semestre deste ano.

Segundo apurou o iG, a empresa alega que o Santos não repassou os 25% dos direitos econômicos do jogador, que pertenciam a DIS. O presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, divulgou na época, que o clube vendeu Wesley para os alemães pelo valor da multa rescisória: 10 milhões de euros (R$ 23 milhões).

Desse montante, o Santos ficaria apenas com 35% do valor. Isso porque, além dos 25% que pertenciam a DIS, o jogador e seu empresário, Roberto de Almeida, dividiam os 40% restantes. No entanto, o iG também apurou que o atleta e seu agente aceitaram um acordo oferecido pelos dirigentes santistas para reduzirem o valor que eles tinham de direito no contrato.

A mesma oferta foi oferecida ao Grupo Sonda, que rejeitou a proposta. A DIS comprou os 25% dos direitos econômicos de Wesley em 2008, quando o clube era comandado por Marcelo Teixeira.

Como a empresa alega que não recebeu nenhum centavo pela venda de Wesley, a relação entre DIS e Santos está desgastada. O grupo promete não colocar mais jogadores na Vila Belmiro. Desta forma, a briga pode aumentar no futuro, pois os empresários têm porcentagem dos direitos econômicos dos dois principais jogadores do clube: Neymar e Paulo Henrique Ganso.
 
Nesta temporada, os investidores fizeram apenas uma transação com a cúpula de Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro. Os empresários compraram 75% dos direitos econômicos do lateral-direito Danilo, revelação do América-MG, e repassaram 35% ao clube.

A reportagem do iG entrou em contato com o departamento jurídico do Santos. O advogado do clube, João Vicente Gazolla atendeu ao telefonema, mas disse que estava em uma reunião. A reportagem voltou a ligar por várias vezes, mas não foi atendida.

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