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Futebol
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Dirigente banido do futebol faz duras críticas a Blatter e Valcke

Mohammed Bin Hammam foi banido por acusações de compra de votos e diz que irá provar sua inocência

Gazeta |

Reuters
Bin Hammam foi banido do posto de presidente da Confederação Asiática de Futebol
O catariano Mohammed Bin Hammam, ex-presidente da Confederação Asiática de Futebol, e que chegou a concorrer à presidência da Fifa, publicou em seu site oficial uma carta aberta para Petrus Damaseb, membro do comitê de ética da Fifa, fazendo duras críticas ao atual mandatário, Joseph Blatter, e o secretário do órgão que rege o futebol, Jerome Valcke.

Banido do futebol por um suposto esquema de compra de votos na disputa para a presidência da Fifa, neste ano, Bin Hammam clama ser inocente, e diz que irá lutar para provar sua inocência durante anos, se preciso for.

De acordo com o catariano, não há realmente um combate à corrupção no na Fifa. "Ninguém no mundo irá acreditar que Blatter e Valcke são qualificados para lutar contra qualquer tipo de corrupção. Se eles falam sério na briga contra a corrupção, os dois deveriam ter a coragem de se voluntariar como os primeiros para objeto de investigações sobre as acusações que crescem sobre eles há anos", atacou.

Bin Hammam ainda pediu que Damaseb não deixasse Blatter tratá-lo como um "peão em sua batalha por vingança". Para ele, o presidente da Fifa está acostumado a trair, fazer conspirações e irregularidades. O catariano foi além, e considera que, se fosse europeu, Blatter e Valcke não "ousariam encostar um dedo" nele.

Em meio aos escândalos que envolveram a eleição para presidente da Fifa deste ano, Bin Hammam desistiu de sua candidatura em maio, abrindo espaço para que Joseph Blatter, candidato único, conseguisse sua reeleição - o suíço preside desde 1998, quando substituiu o brasileiro João Havelange no comando da Fifa.

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