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Dirigente africano recorre à CAS contra punição da Fifa

Amadou Diakite foi suspenso por dois anos por conta de acusações de corrupção no processo de escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022

AE |

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Ex-membro do Comitê Executivo da Fifa, Amadou Diakite recorreu à CAS (Corte Arbitral do Esporte) da suspensão de dois anos imposta pela Fifa por conta de acusações de corrupção no processo de escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022.

A CAS confirmou nesta quarta-feira que recebeu o recurso de Diakite, que terá a sua punição expirada em outubro de 2012, e tenta apresentar provas da sua inocência. A comissão de ética da Fifa considerou o dirigente malinês culpado em una tentativa de convencer repórteres britânicos, que fingiam ser eleitores da Fifa, a subornar dirigentes. 

O jornal inglês "Sunday Times" revelou para legisladores britânicos que Diakite teria declarou que o Catar ofereceu US$ 1 milhão para dirigentes africanos em troca de voto na candidatura do país para a Copa do Mundo de 2022. Com a punição, o malinês perdeu seu cargo no comitê de arbitragem da Fifa. Seis dirigentes já foram punidos por conta do escândalo.

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