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Diretoria do Vasco pensa em trabalho a longo prazo com Gomes

Se Bordeaux não levar o treinador, clube aposta nele para montar time que dure muitas temporadas

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

O suposto interesse do Bordeaux, da França, em Ricardo Gomes pode atrapalhar os planos do Vasco com o treinador. Com contrato até dezembro, Gomes tem a confiança e a simpatia dos dirigentes cruzmaltinos. Tanto que está longe dos planos dos cartolas colocarem sua cabeça a prêmio em caso de derrota para o Coritiba , na final da Copa do Brasil. O Vasco pensa em um trabalho a longo prazo com o técnico.

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Futura Press
Ricardo Gomes tem a simpatia da direção vascaína
Com base na campanha do treinador em São Januário – 21 jogos, com 12 vitórias, oito empates e apenas uma derrota -, o clube idealiza um projeto vencedor. Gomes levou o time às finais da Taça Rio e da Copa do Brasil – o primeiro jogo será quarta-feira, em São Januário, contra o Coritiba. Além disso, está há 18 partidas invicto. Como o clube pensa em trazer pelo menos dois reforços para o Campeonato Brasileiro, a permanência do técnico, na teoria, daria forma ao time para mais de uma temporada.

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“Gostamos muito do Ricardo. Nem pensamos na saída dele. Todos aqui gostam e aprovam o trabalho dele. É uma coisa que deu muito certo. Nosso pensamento de deixa-lo aqui por muito tempo”, disse Rodrigo Caetano, diretor-executivo do Vasco.

Ricardo conseguiu dois feitos importantes em São Januário. O primeiro foi levar o time a uma final de turno carioca. A última vez foi em 2004, quando conquistou a Taça Rio sobre o Fluminense . E agora, a exemplo de 2006, põe o clube na decisão da Copa do Brasil. Em oito vezes que o Vasco foi semifinalista, foi eliminado em seis. Na única vez que passou, há cinco anos, perdeu para o rival Flamengo .

A carreira como jogador foi marcada por conquistas e convocações seguidas para a seleção brasileira. Como treinador, no entanto, os títulos de expressão ainda não vieram. Gomes conquistou uma Copa do Nordeste, em 1999, com o Vitória. Mas nas experiências por Fluminense, Flamengo e São Paulo , passou em branco. Em 2010, sentiu na pele o fardo de substituir Muricy Ramalho no São Paulo.
Agora tem a chance de, enfim, se destacar. Mas quem disse que esta é a sua prioridade?

“Minha vontade é trabalhar. Trabalhar sério, pois com trabalho sério e com dignidade, as coisas lá na frente vão dar certo. Não estou aqui para ser o melhor treinador do Brasil”, respondeu Ricardo Gomes.

Rico, bem resolvido, o técnico não se deixa levar pela ambição de um título para provar sua capacidade. Culto, apreciador de bons restaurantes e bons vinhos, usou o futebol no começo como necessidade. Hoje, já não precisa mais. Claro que dinheiro será sempre bem-vindo. Mas, segundo ele, a satisfação do trabalho está em primeiro lugar.

“Não tenho expectativa pessoal neste momento. Minha expectativa é irmos bem contra o Coritiba aqui; depois, lá. Penso no trabalho sério do dia seguinte”.


 

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