Volante classifica duelo contra os mexicanos como vital para a sobrevivência da equipe na Libertadores

O Fluminense ficou em situação complicada na Copa Libertadores e saiu vaiado do Engenhão após o empate sem gols com o Nacional, do Uruguai. O time das Laranjeiras tem dois pontos, um a mais do que o América do México, o líder do grupo, e um a menos do que o Argentinos Juniors, terceiro colocado. Nesta quinta, mexicanos e argentinos jogam em Buenos Aires. Na próxima quarta-feira, será a vez dos cariocas enfrentarem o América. Para Diguinho , é o "jogo da vida" do Fluminense nesta Libertadores.

"Teremos de fazer o jogo da nossa vida, não importa o adversário. Acredito que esta partida é um jogo-chave na Libertadores", afirmou o volante do time que, além de ter empatado na estreia na competição com o Argentino Juniors, foi eliminado da semifinal da Taça Guanabara ao perder nos pênaltis para o Boavista, no último sábado. Ele negou uma possível crise com o novo resultado ruim. "Não existe isso. Este ano as cobranças serão maiores pois somos os campeões brasileiros".

Vaias não abalam Berna
O goleiro Ricardo Berna disse compreender as vaias após o apito final e comentou o lance no qual chegou a ser driblado por Santiago, que finalizou sem direção. "A gente teve uma falha, ele tentou me cortar, mas não saiu bem feito. A zaga já havia se recuperado e ele chutou de qualquer maneira", disse Berna, reconhecendo que o placar decepcionou não apenas os torcedores. "Claro que não é o resultado esperado, a gente entende a reação da torcida, também não era o resultado que nós queríamos. Perdendo pontos em casa, teremos de buscar fora, independente do adversário. O América é um time forte, mas é com este espírito que vamos para o México", completou.

O jovem Tartá discursou no mesmo tom, mas ressaltou que ainda não é hora para desespero. "Continuamos vivos na competição. Claro que não é o resultado que esperávamos, mas ainda há outros jogos, o time rendeu melhor e vamos buscar as vitórias. Estamos trabalhando forte".

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