Favorito para ser titular contra o Avaí, volante diz que o foco em cima do campeão é muito maior

Se o time de Abel Braga demorar tanto para encaixar no Brasileirão quanto Diguinho demorou para atender a imprensa nesta quinta-feira, nas Laranjeiras, certamente os torcedores do Fluminense não terão a mesma paciência que os jornalistas tiveram. Sem dar entrevistas desde fevereiro, o volante precisou de duas horas para fazer massagem e tratamento nos pés antes de falar sobre sua possível volta ao time titular na partida contra o Avaí , no próximo domingo, às 16, em Florianópolis, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

“Me sinto bem. Fiquei 18 dias parado em função da lesão na coxa. Voltei no último jogo e fiquei no banco sem problemas. Agora estou buscando novamente meu espaço. Tive algumas oportunidades durante a semana e fui bem no coletivo. Fiz o que o Abel estava esperando e acho que ele gostou da minha postura”, afirmou Diguinho.

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Se vai demorar a engrenar ou não, Diguinho ainda não sabe, mas o volante acredita que a equipe formada pelo novo comandante tem evoluído e, aos poucos, começa a se encaixar.

“Eu sinto que o time está encaixando. Ainda estamos nos adaptando ao estilo do Abel, até porque cada treinador trabalha de uma maneira. O Muricy não dava muita liberdade aos laterais, por exemplo, coisa que o Abel já faz. Mas estamos prontos para fazer um bom jogo diante do Avaí e reagir na competição”, aposta o volante.

Apesar das eliminações precoces do Fluminense no carioca e na Libertadores, Diguinho classificou a temporada da equipe até o momento como razoável. Embora não afirme, o volante deu a entender que a queda de rendimento do atual campeão brasileiro está diretamente ligada com o pobre futebol apresentado por Conca .

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“Somos os atuais campeões e hoje o foco é muito maior. Todos querem vencer o campeão brasileiro. É sempre mais difícil, a cobrança é maior e dificulta mesmo. Mas estamos tranqüilos e o Abel está procurando encaixar o esquema dele. Hoje nós não vemos mais o Conca solto, jogando com liberdade. Ele tem que achar uma opção para poder ficar desarmado e achar nossos atacantes. Mas estamos trabalhando pra tentar mudar isso”, disse Diguinho.

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