"Você perde três partidas e tchau. E lá três jogos se jogam em uma semana", disse o técnico a um jornal uruguaio

Aguirre comandou o Peñarol na Libertadores deste ano
AP
Aguirre comandou o Peñarol na Libertadores deste ano
O técnico do Peñarol, do Uruguai, Diego Aguirre, foi vice-campeão da Copa Libertadores da América deste ano, o que lhe rendeu algumas propostas de clubes da América do Sul e de times dos Emirados Árabes Unidos. Em meio aos convites, algumas equipes brasileiras o convidaram, mas ele rejeitou e explicou o motivo para o jornal Ovación , do Uruguai.

Um dos convites recebidos foi do Atlético-PR , mas a facilidade com que técnicos são demitidos no Brasil e a classificação do time no Campeonato Brasileiro pesou para que ele não aceitasse.

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"O Atlético-PR tem muitos riscos esportivos. A prova é que está em último. Eu não sabia como chegar e dar a volta por cima rapidamente. O Brasil é muito cruel: você perde três partidas e tchau. E lá três jogos se jogam em uma semana. Tinha muitos riscos", disse ao diário esportivo.

O treinador, que, quando era jogador, atuou no Brasil por Internacional e São Paulo , revelou também quais clubes, em melhor situação, dirigiria atualmente.

"Por exemplo, se tivesse vindo o São Paulo. Inter e Grêmio, que em algum momento também houve possibilidades, ou uma equipe grande da Argentina, mas não se deu assim", declarou o uruguaio.

Diego Aguirre começou sua carreira na comissão técnica do Plaza Colonia, do Uruguai, em 2001, seguindo para o Aucas, da Colômbia, chegando ao Peñarol, para sua primeira passagem pelo clube, em 2002. Ele ainda passou pelo Alianza Lima antes de treinar a seleção sub-20 do Uruguai. Por fim, assinou com o Peñarol na temporada 2009/2010, onde está até hoje.

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