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Desfalques e perda da liderança preocupam seleção sub 20

Time terá zaga reserva e desfalque de Neymar na partida contra o Equador, pelo hexagonal final do Sul-Americano

AE |

A derrota por 2 a 1 diante da Argentina desmontou o clima de tranquilidade que pairava sobre a seleção brasileira no Sul-Americano sub 20, disputado no Peru e que classifica os dois primeiros para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Enquanto até a terceira rodada do hexagonal final o técnico Ney Franco administrava uma equipe líder e sem problemas de lesão e suspensão, para o jogo contra o Equador, na madrugada de quinta-feira, à 0h10 (de Brasília), o desafio é costurar uma colcha de retalhos. O Brasil perdeu a dupla de zaga - Juan foi expulso e Bruno Uvini sofreu fratura na fíbula - e a liderança. Como se não bastasse, Neymar, a grande estrela do evento, recebeu o segundo cartão amarelo e está suspenso.

No caso da defesa, a solução é lógica. Saimon e Romário, que jogaram praticamente todo o tempo contra os argentinos, ganham a posição - Saimon terá a responsabilidade de ser o capitão. "Realmente tivemos um problema grande. O Bruno (Uvini), por exemplo, vibra bastante e era nosso capitão", afirmou o gremista. "Mas já usei a braçadeira e tenho certeza de que continuaremos nessa campanha pela vaga olímpica e pelo título."

Na frente, Ney Franco estuda opções. Diego Maurício, muito elogiado pelo treinador nas duas primeiras rodadas, em que entrou bem diante de Chile e Colômbia, é o favorito. "É claro que o Neymar faz falta. Trata-se de um grande jogador e do artilheiro do nosso time", disse o meia-atacante Lucas, destaque no último jogo. "Mas temos um grupo qualificado, já provamos isso em partidas anteriores. E qualquer que seja a formação do ataque vamos entrar com força."

Apesar de o clima ter mudado com a derrota e a perda da liderança, Lucas se mostra otimista. Para o são-paulino, a seleção fez boa partida diante de circunstâncias difíceis. "Tenho a mesma impressão de muita gente, que não perderíamos se jogássemos 11 contra 11 o tempo todo", explicou. "Lá no campo a gente percebia que a Argentina estava com medo. Mesmo com dez, fomos superiores em vários momentos."

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