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Derrota do Internacinal faz festa virar decepção em Porto Alegre

Torcedores se reuniram no Ginásio Gigantinho prontos para festejar, mas foram embora revoltados com a vitória do Mazembe por 2 a 0. Celso Roth foi eleito o vilão

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

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O que era pra ser uma grande festa virou decepção em Porto Alegre. Cerca de 10 mil torcedores foram ao Ginásio Gigantinho e saíram decepcionados com a derrota do Inter para o Mazembe (República Democrática do Congo) por 2 a 0 e está fora da decisão do Mundial de clubes, que está sendo disputado nos Emirados Árabes.

Jogamos muito pouco, perder em uma decisão é do jogo, mas cair fora na semifinal é inaceitável, lamentou o torcedor Roberto Scheffer na saída do ginásio em Porto Alegre.

A terça-feira prometia ser o início de um período de comemorações que só terminaria no sábado com a decisão do Mundial, quando os gaúchos esperavam o bicampeonato. Com a derrota para os africanos, o Inter voltará a campo no sábado para a disputa do terceiro lugar, contra o perdedor de Inter de Milão (Itália) e Seonganm (Coréia do Sul), que jogam nesta quarta-feira.

Agora já tem que pensar na Libertadores para voltar ao Mundial ano que vem. Temos time pra isso, e temos que confiar, comentou a torcedora Mariana Quadros.

Gabriel Cardoso
Torcedores do Inter acompanham, desolados, a derrota da equipe para o Mazembe, no Ginásio Gigantinho

Torcedores que antes chegavam animados, saíam de cabeça baixa, chorando e até algumas confusões se formaram no pátio do estádio Beira-Rio. De cabeça quente, as reclamações eram direcionadas para todos os lados. O mais citado era o técnico Celso Roth: Tem que mudar, este técnico não dá mais, Treinador medroso, o time foi covarde, e Fora Celso Roth foram algumas das frases ouvidas.

Festa antes da tragédia

O Internacional aproveitou o jogo da semifinal do Mundial de clubes contra o Mazembe para organizar uma grande mobilização em Porto Alegre. Os torcedores foram recrutados e aceitaram o convite. Cercam de 8 mil comparecem ao Ginásio Gigantinho (ao lado do Estádio Beira-Rio) para torcer pelo time gaúcho no primeiro jogo do Mundial.

Quem chegou cedo, teve a oportunidade de tirar fotos com os ídolos do passado, como o ex-goleiro Manga; ou com as taças internacionais recentemente conquistadas pelo clube (Libertadores, Mundial e Recopa). Produtos do clube também estavam a venda: CDs, livros, DVDs, camisetas, bandeiras.

A torcida cantou durante todo o tempo. Com instrumentos, faixas e sinalizadores a festa era grande e o sentimento é de que o gol sairia a qualquer momento. No intervalo, o resultado de 0 a 0 não abatia os torcedores.

Porém, veio o segundo tempo e a situação ficou mais complicada. Aos 7 minutos, Kabangu marcou para o Mazembe e surgiram as primeiras vaias. A torcida começou a pedir substituições e comemorou a saída de Alecsandro, que era um dos mais vaiados. A cada gol perdido a preocupação crescia.

Quando Kaluituka marcou o segundo gol do Mazembe aos 40 minutos a festa acabou. O telão ficou de lado e a porta de saída foi o caminho procurado. Os cerca de 10 mil torcedores abandonaram o time e foram para casa. O sonho do bicampeonato mundial havia chegado ao fim.

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