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Suspenso por suspeita de corrupção, Jack Warner alega ter recebido um conselho legal para que desistisse de atacar entidade máxima

Presidente suspenso da Concacaf e membro do Comitê Executivo da Fifa, Jack Warner, desafeto de Joseph Blatter, havia prometido, após a punição dada pelo Comitê de Ética da entidade, revelar mais escândalos a respeito dos mandatários do futebol. No entanto, o dirigente recuou e disse nesta segunda-feira que não irá mais causar o "tsunami" prometido.

"Eu havia me planejado para falar um pouco mais sobre estes assuntos, mas o melhor conselho legal que recebi sugeriu que eu não faça isto agora e vou respeitar este conselho", afirmou o Ministro do Trabalho e Transporte de Trinidad e Tobago.

Warner, que foi punido pela Fifa pelas acusações de estar envolvido no esquema de compra de votos na eleição que colocou o Catar como sede da Copa do Mundo de 2022, havia prometido revelar e-mails que comprometeriam a entidade. Ele, no entanto, negou todas as acusações. "Eu não rouberi nada. Eu não dei nada a ninguém e não sei o por quê de tanta algazarra", comentou.

Em meio às acusações, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, foi eleito para seu quarto mandato à frente da entidade máxima na última semana.