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Deola: Não vou jogar minha carreira fora para entregar

Arqueiro fechou o gol palmeirense na derrota para o Fluminense e causou revolta da torcida de seu próprio clube, que torcia pelo revés para prejudicar o Corinthians

Gazeta Esportiva |

Em mais uma trágica temporada palmeirense, o goleiro Deola foi um dos motivos de alegria no clube. No momento em que o ídolo Marcos voltou a sentir problemas físicos, o arqueiro tomou conta da posição e salvou o time em muitas partidas do Campeonato Brasileiro e da Copa Sul-Americana. Mas no jogo contra o Fluminense, o camisa 22 amargou a ira de alguns torcedores por justamente realizar a sua obrigação: defender.

No confronto deste domingo na Arena Barueri, Deola fez o que pôde para segurar o ataque carioca. Só que a torcida do Palmeiras clamava pela vitória do Fluminense para prejudicar o rival Corinthians na disputa do título nacional.

"Eu não vou jogar minha carreira fora apenas para entregar uma partida. Nunca entrei em campo para perder, venho falando isso faz três ou quatro meses. Nós procuramos jogar com dignidade, honramos, mostramos que somos profissionais. Acho que a diretoria apoia a minha atitude", afirmou o goleiro.

Durante a partida em Barueri, Deola chegou a ser alvo de copos plásticos dos torcedores do Palmeiras enquanto exercia a sua função. A Polícia Militar precisou intervir para a manutenção da segurança do camisa 22.

"Foi uma situação lamentável, mas devemos pensar que foi a atitude de 0,0001% da torcida. Acho que os palmeirenses estão conscientes do meu trabalho", afirmou.

Deola considera justo apenas o protesto pelo fracasso do Palmeiras na Copa Sul-Americana. Na quarta-feira passada, o clube do Palestra Itália acabou eliminado do torneio continental em casa, com um revés de virada diante do Goiás, com a presença de quase 35 mil torcedores no Pacaembu.

"Você pode ser xingado pelo que aconteceu na quarta-feira, nós não correspondemos em campo. Mas o Fluminense era uma outra partida. É ruim você ter a própria torcida contra, em um clube que você defende há 11 anos", encerrou Deola.

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