Bicampeão brasileiro em 2003 e 2004, atacante quebra jejum de gols e confia em conquistas com o Flamengo

A coleção de títulos de Deivid é vasta. Foi bicampeão brasileiro, com Cruzeiro, em 2003, participando da Tríplice Coroa, e Santos, em 2004. Um ano antes, já havia conquistado a Copa do Brasil com a camisa do Corinthians. Agora, no Flamengo, tenta apagar os últimos seis meses de 2010, quando seu futebol não apareceu, para aumentar a lista de conquistas em 2011.

“Para mim, o maior desafio é conquistar títulos no Flamengo como fiz nas outras equipes. Fui campeão pelo Cruzeiro numa final contra o Flamengo (Copa do Brasil de 2003) e agora quero ser campeão aqui. O problema é que as pessoas querem ver aquele Deivid com 23, 24 anos. Por isso, a pressão vai existir sempre. Tenho que matar um leão a cada jogo para mostrar meu valor. Não cheguei aqui à toa. Espero fazer gols para a pressão diminuir”, avisou.

O primeiro passo ele já deu. O gol marcado na vitória por 3 a 1 sobre o América quebrou um jejum de gols de três meses. Depois de participar da pré-temporada e conhecer melhor os companheiros, já aposta numa mudança de rumo num time reforçado com nomes como Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves.

Deivid comemora depois de marcar na vitória do Flamengo sobre o América, no Carioca
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Deivid comemora depois de marcar na vitória do Flamengo sobre o América, no Carioca

“Falta pouco para chegar ao ideal. Estava acostumado com um mês de pré-temporada. Aqui, foram 14 dias. É preciso se adequar ao que se tem, o que se pode fazer é isso. Foi bom. Espero pegar mais ritmo durante o Campeonato Carioca, fazer gols, jogar bem e ajudar o time”, afirmou Deivid, que marcou apenas quatro gols no ano passado pelo Flamengo.

A concorrência não preocupa o atacante, até porque ter a posição ameaçada não é algum comum sem sua carreira. Ele busca nas suas conquistas mais importantes a necessidade de se ter um elenco grande e competente. Quando atuou por Corinthians, Cruzeiro e Santos, era um nome sempre cotado em convocações e tinha lugar cativo nos times.

“Jogar é sempre bom. Mas ganhei títulos com 22, 25 jogadores no grupo. Fui campeão no Cruzeiro com o Mota entrando nos jogos e decidindo. A mesma coisa no Santos com o Basílio. Precisamos de um grupo forte para conquistar os títulos que vamos disputar”, afirmou o atacante.

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