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Defesa do Palmeiras mostra "buraco" na 2ª trave após escanteio

Time de Luiz Felipe Scolari já sofreu seis gols em jogadas de escanteio, sendo quatro na 2ª trave

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

O Palmeiras já mostrou ser um time difícil de ser batido, com apenas três vezes no ano. Se por um lado os atacantes sofrem para balançar as redes adversárias, por outro, os rivais dificilmente fazem a torcida palmeirense lamentar. O que chama atenção é que em seis das 20 vezes em que a meta da dupla Deola e Marcos foi vazada, o escanteio, na maioria em jogada pela 2ª trave, foi o caminho.

Os jogadores sabem disso e Felipão também. Tanto que a jogada é exaustivamente treinada no cotidiano palmeirense, com o treinador sempre colocando atletas para defender a área nesse tipo de jogada. Marcos Assunção, Kleber e Marcos já comentaram o assunto. No último jogo, contra o Cruzeiro , novamente a 2ª trave foi o caminho encontrado após a batida de escanteio.

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Antes, o time já havia sofrido um deles no Anacleto Campanella, contra o São Caetano, um nas quartas de final do Paulistão, diante do Mirassol, outro na semifinal da mesma competição, diante do Corinthians, um contra o Comercial-PI, na ida da Copa do Brasil, outro quando o Coritiba era o rival, nos fatídicos 6 a 0.

O time também não sabe usar a cabeça na hora dos escanteios. Foram apenas quatro gols neste quesito. Na hora dos cruzamentos, no entanto, a jogada aérea é bem usada pelos jogadores palmeirenses: sete tentos marcados e apenas um sofrido.

Os gols de escanteios só ficam atrás do quesito chute de dentro da área. O Palmeiras sofreu dez gols dentro dos limites em que o goleiro pode usar as mãos. Quatro delas em jogadas que começaram pela esquerda, cinco pela direita e um gol contra de Maurício Ramos.

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