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Dedé: “Ainda não estou no patamar de jogador de seleção”

Convocado por Mano Menezes, zagueiro do Vasco diz que precisa suar muito a camisa para se manter no topo

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Maurício Val / Fotocom.net
Dedé corre acompanhado de Fellipe Bastos e Diego Souza em treino do Vasco
Convocado pela segunda vez para a seleção brasileira, o zagueiro  Dedé contou que a emoção foi a mesma de quando foi lembrado por Mano Menezes para o amistoso contra a Alemanha, em Stuttgart. Atualmente, o zagueiro do Vasco é um dos maiores ídolos da torcida. Na quarta-feira, foi dele o segundo gol da vitória de 2 a 0 sobre o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro. Como se vê, a fase é mesmo boa para o camisa 26 de São Januário. Mas Dedé mantém a humildade. Apesar das evidências, não se considera acima dos companheiros de clube e sabe que para se firmar com a camisa amarela terá de suar muito ainda.

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“Estou no patamar normal. Falta muito para estar no patamar de seleção brasileira. Não me acho ainda no nível dos principais jogadores, tenho muita coisa pela frente”, discursa o zagueiro, convocado para o amistoso do dia 5, contra Gana, em Londres.

Dedé soube da convocação no voo que trouxe a delegação vascaína de volta ao Rio. O zagueiro leu a notícia pelo Twitter e foi bastante festejado pelos companheiros. No curto período em que integrou o grupo que perdeu para a Alemanha, o jogador guardou na lembrança o ambiente entre os jogadores mais experientes – entre eles o goleiro Júlio Cesar e o atacante Robinho.

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Seu sonho era ser lembrado novamente. Dedé declarou no começo da semana que faria de tudo para voltar. Segundo o zagueiro, difícil não é chegar, é se manter. Para isso, prometeu não medir esforços para voltar. Agora que voltou, diz que sua dedicação será em dobro.

“Isso só me motiva a continuar trabalhando sério. Agradeço muito a ajuda dos meus companheiros, sei que sem ele eu não estaria vivendo isso. Então, é neste clima de humildade que pretendo continuar trabalhando firme para desempenhar um bom papel aqui no Vasco e ser útil quando for chamado novamente para a seleção brasileira”.

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