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Deco avisa que está pronto para ajudar o Fluminense

Recuperado de lesão na coxa direita, meia diz que quer se sentir útil e não se incomoda com a reserva

iG Rio de Janeiro |

Recuperado de um problema na coxa direita, Deco está confirmado na delegação que embarca nesta segunda-feira à noite para Assunção, no Paraguai. Desfalque do Fluminense nos últimos quatro jogos, o meia afirma que está pronto para jogar e ajudar o clube a conquistar a classificação às quartas de final da Libertadores.

“A expectativa é de poder ajudar dentro do que for possível. Já estou treinando há uma semana e me sinto bem, tranquilo. Estou à disposição do Enderson para o que for preciso", disse Deco em entrevista à Rádio Brasil.

Ciente de que ainda não teve tempo para se firmar no time do Fluminense em 2011, Deco acredita que apesar de algumas críticas suas atuações na temporada foram satisfatórias.

“Nem tive tempo para ter um rendimento. Joguei quatro jogos. Acho que, dentro do que joguei, joguei bem. Crítica faz parte. No Brasil, é normal, não tem uma lógica, é em função do momento. Não dá para viver preocupado com que as pessoas falam”, explicou o meia.

Ansioso em trabalhar com Abel, Deco diz que seu intuito no momento é ajudar. Embora reconheça que não seja o mesmo de alguns anos atrás, o meia luso-brasileiro acredita que ainda pode ser útil ao Fluminense.

“O Abel é um cara com quem eu já joguei contra várias vezes. Só o que ele fez no futebol já fala por si mesmo. Meu intuito hoje é conseguir ser útil, me sentir assim onde eu esteja. Hoje não sou mais o mesmo de alguns anos atrás, mas sinto que consigo ajudar, jogar bem pelo time. É bom que o Abel quando chegue encontre um Fluminense bom e estruturado”, disse Deco.

A três meses de completar um ano de clube, o meia reconhece que sua readaptação ao futebol brasileiro não tem sido das mais fáceis.

“Não é um problema de readaptação. Aqui as pessoas são exigente, muitos jogos, gente nova jogando, muita correria. Fisicamente é difícil acompanhar o ritmo. Hoje tenho 33 anos, é diferente. Se tivesse voltado para o Brasil antes, com certeza não teria o mesmo problema”, explicou o jogador, que não se sente incomodado com a reserva. Pelo menos por enquanto.

“Sou profissional. Quero me sentir útil, quero ajudar de alguma forma. Enquanto o Fluminense achar que sou útil, vou seguir da forma que for. Ficar no banco não é problema algum. O time está com um padrão de jogo. A única coisa importante é o respeito. Pode jogar ou não jogar, o importante é ser respeitado. Enquanto sentir isso, vou continuar aqui”, afirmou.

 

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