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Jogador vascaíno tinha Denílson como ídolo, mas, quando mudou de posição, passou a imitar craque inglês

Agência O Globo
Pelo menos no quesito tatuagens, Fágner compete com Beckham
O lateral Fágner atravessa o seu melhor momento com a camisa do Vasco . A definição é do próprio jogador, que nas duas últimas partidas marcou dois gols e tem demonstrado muita eficiência nos cruzamentos. O curioso na formação do lateral-esquerdo é que nenhum de seus ídolos é um especialista na posição.

Aos 9 anos, quando deu os primeiros chutes no Terrão do Corinthians , o jogador tinha um sonho: ser driblador como Denílson, então sensação do São Paulo e promissor atacante do futebol brasileiro. O franzino menino queria ser tão driblador quanto o jogador do Morumbi.

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Mas na base corintiana, foi parar, sem querer, na lateral. Quebrou um galho uma vez, duas e quando se deu conta já havia mudado de posição. Do time paulista, ele se transferiu para o futebol holandês. Nesta época, Fágner já observava outro jogador que atuava próximo ao gol: David Beckham.

Fágner se impressionou com a maneira de o astro inglês bater na bola. A função de lateral exigia precisão nos passes e cruzamentos. Beckham foi sua grande inspiração. Mas e os laterais? Nenhum deles serviu de espelho ao longo da carreira? Com a palavra, Fágner:

"(Risos) Apesar de ser a minha posição, não tive um lateral como referência. Como eu disse, meus ídolos foram Denílson e Beckham. Eu os observava muito. Não tenho, sinceramente, um lateral como espelho", comentou o jogador vascaínos, acrescentando que hoje vive sua melhor fase no Vasco.

"É o meu melhor momento, sem dúvidas. Espero que fique assim por muito mais tempo. Aliás, não só eu, mas todo o time. Estamos bem, tranquilos, mas não podemos deixar que isto se transforme em relaxamento".

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