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D Alessandro assume papel de protagonista do Inter no Mundial

Argentino é o mais assediado pela imprensa internacional em Abu Dhabi e considerado pela torcida um dos grandes da história do clube. Ele rejeita essa tese

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

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Ele é o camisa 10, o marrento, e o jogador do Internacional mais conhecido em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde o time está para a disputa do Mundial de clubes. Na primeira entrevista que D'Alessandro concedeu em solo árabe, TVs do Japão, da Coreia e da Inglaterra o cercaram e ignoraram os outros nove jogadores que participaram do bate-papo.

DAlessandro fala pouco, não gosta de dar entrevista, mas quando faz isso sempre concede boas declarações. Por isso o assédio. Desta vez, não fugiu da responsabilidade. Ele sabe que é o cara do Inter na competição e que um título depende muito de como vai atuar.

Sinto essa responsabilidade, mas sem temer se vou jogar bem ou mal. Sei que os olhos vão estar sobre mim, mas essa responsabilidade acontece em todas as partidas. É gostoso jogar uma competição dessas, é minha primeira vez e estou empolgado como fazia tempo não estava, disse o jogador, que em alguns momentos arriscava seu portunhol, muito bom por sinal, aliado a espanhol e até um pouquinho, bem pouquinho mesmo, de inglês.

A entrevista foi concedida antes da vitória do Mazembe, da África, sobre o Pachuca, e, portanto, D'Ale não sabia quem seria o rival do Inter na semifinal do Mundial.  Mas já previa um jogo de contato, com marcação forte. E os jogadores da República Democrática do Congo mostraram que batem bastante na vitória por 1 a 0.

Espero uma marcação individual, sim. Acho que vai ter um jogador mais encostado, mas isso é normal em todas as partidas. Tem jogo que você nem espera isso e acontece, disse o argentino. Ele diz que está bem fisicamente, apesar de ser final de temporada para os brasileiros. Mas fez um alerta.

Os europeus (da Inter de Milão) estão na metade da temporada, por isso podem ter alguma vantagem. Mas como conseguimos parar um pouco antes do fim do Brasileiro para treinar, estamos bem.

Vendo tudo isso um pouco distante, o torcedor Caio de Marchis, que foi até o CT Sultan MIn Zayed, onde o Inter treina em Abu Dhabi, soltou uma frase que pode ser significativa para muitos colorados: Se o Inter for campeão mundial, o D'Alessandro será um dos maiores da história do Inter, citou.

Não me acho o maior ídolo do Inter no momento. É um privilégio escutar isso da torcida, principalmente. Vivo uma fase especial da carreira, disse.

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