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Dagoberto pede desculpas a Carpegiani e diz: ¿não sou moleque¿

Atacante minimiza episódio de desentendimento com técnico e diz ter sido mal interpretado em lance normal

Levi Guimarães, iG São Paulo |

Depois de irritar o técnico Paulo César Carpegiani e ser punido com uma multa de 10% do salário pela diretoria do São Paulo, o atacante Dagoberto pediu desculpas pelo bate-boca com o treinador durante a vitória sobre o Linense por 3 a 2 na noite de quinta-feira. O jogador disse que não teve a intenção de ser desrespeitoso e que foi mal interpretado no episódio.

“Fui interpretado [como se tivesse falado] de maneira desrespeitosa. Peço desculpas ao Paulo se ele se sentiu desrespeitado, mas não foi a intenção. Ele manda no time e eu estou ciente disso. Não sou mais moleque, sou pai de família. Sempre o respeitei, vamos passar a borracha. Eu o respeito e admiro, é uma pessoa maravilhosa”, afirmou o atacante.

Dagoberto demonstrou surpresa com a repercussão da polêmica com o treinador. Para o camisa 25, tudo não passou de um lance normal de jogo. “Foi um lance que aconteceu e que para mim tinha morrido ali. Em todo lugar você vai ver discussões. Aquilo é um entrevero de jogo, não é desrespeito. Eu não xinguei, apenas não estava entendendo e no calor do jogo você acaba se manifestando de uma forma mais forte”.

Chamado de “bobalhão” por Carpegiani no momento da discussão, o jogador minimizou o que considerou um “xingamento gentil”. “Admiro muito o Paulo. Quando veio fechar com o São Paulo fiquei muito feliz. Ontem foi uma coisa muito esporádica, mínima, que eu não levo em consideração. De coração mesmo, não tenho nada a falar que não seja bem dele. Sempre me valorizou, me jogou pra cima e deu moral”.

Na entrevista coletiva que deu após a partida, Carpegiani declarou que não iria mais “brecar” possíveis negociações para a saída de Dagoberto, mas sobre seu futuro o atleta garantiu não temer nada. Apenas afirmou que vai continuar dando seu máximo pelo São Paulo e disse que pretende ter uma nova conversa com o treinador, “com a cabeça mais tranquila” para colocar um ponto final na polêmica.

Sobre a multa no salário, confirmada pelo vice-presidente de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ele disse apenas acatar a decisão. “O que aconteceu com a diretoria é coisa interna. Sou funcionário do clube e tenho que obedecer”.

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