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Curitiba lamenta exclusão como sede da Copa das Confederações

Autoridades disseram que a competição seria importante para servir como teste para o Mundial de 2014

AE |

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A exclusão de Curitiba como sede da Copa das Confederações, após anúncio da Fifa nesta quinta-feira, provocou sentimentos diferentes nas autoridades gestoras dos empreendimentos relativos ao Mundial de 2104 na capital paranaense. O secretário municipal para Assuntos da Copa, Luiz de Carvalho, não escondeu a decepção. "A região Sul foi totalmente desprezada", lamentou. Já o secretário de Estado de Assuntos da Copa, Mário Celso Cunha, disse que a cidade nunca reivindicou o evento-teste de 2013. "Mas ficamos habilitados para isso", afirmou. "A gente entende a parte político esportiva."

Segundo Mário Celso Cunha, a Copa das Confederações seria importante como teste para o Mundial no ano seguinte. "Iríamos mostrar a nossa competência", reforçou o secretário estadual, que disse que, independente do anúncio da Fifa, os cronogramas não devem sofrer alterações. Já Luiz de Carvalho defendeu uma reavaliação dos prazos, com vistas a reduzir os custos, particularmente da Arena da Baixada, que tem orçamento de R$ 180 milhões - potencial construtivo oferecido pela prefeitura deve ser usado como garantia para financiamentos pretendidos pelo Atlético-PR, dono do estádio.

A entrega das obras de reforma e ampliação da Arena da Baixada foi anunciada para o fim de 2012, pois os empreendedores tinham esperança de incluí-la na Copa das Confederações. "Se tocar com cem pessoas, é um custo, se for com 80, é outro. E ainda tem a questão da carga horária", ponderou Luiz de Carvalho. "Agora não há mais obrigatoriedade de concluir em 31 de dezembro de 2012, mas terá todo o ano de 2012 e 2013", completou o secretário municipal. Em relação à Copa do Mundo, ele disse que a realização de apenas quatro jogos da primeira fase estava "dentro da expectativa" de Curitiba.

O presidente da comissão de obras na Arena da Baixada, Mário Celso Petraglia, disse, por meio de sua assessoria, que não havia nenhuma novidade em relação ao trabalho no estádio.

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