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Cruzeiro nega dívida de R$30 milhões com ex-presidente Perrella

Informação da revista Placar é desmentida pela diretoria, que diz que cartola é avalista em empréstimos

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

O fim da dinastia Perrella no Cruzeiro segue dando o que falar. O ex-presidente deixou o clube em dezembro do ano passado, mas os rumores sobre sua influência na nova diretoria aumentam a cada dia. A Revista Placar de fevereiro traz uma informação de que o Cruzeiro deve 30 milhões de reais a Perrella, o que foi desmentido oficialmente pelo clube.

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Gilvan de Pinho Tavares assumiu o comando do clube mineiro em meados de dezembro, depois de 16 anos de gestão dos irmãos Perrellas (Alvimar e Zezé) à frente do Cruzeiro. A crise financeira da equipe se evidenciou com o atraso de salários do mês de dezembro, assumido publicamente pela diretoria.

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A Revista Placar de fevereiro traz uma reportagem de capa que diz que o Cruzeiro segue nas mãos de Perrella. O clube deveria cerca de R$30 milhões para o ex-presidente. Na tarde dessa quinta-feira, a assessoria de imprensa divulgou uma nota oficial negando a dívida e esclarecendo que Perrella segue totalmente alheio às decisões do clubes.

"Zezé Perrella informa que, definitivamente, não tem exercido mais nenhuma influência no comando do clube e que todas as decisões estão sendo tomadas pelo novo presidente, Gilvan de Pinho Tavares. O ex-presidente não tem sequer manifestado opinião sobre qualquer assunto", diz o comunicado oficial.

A nota informa ainda que Perrella é avalista do clube nos empréstimos feitos em 2011 para saldar as dívidas contraídas por conta da ausência de estádios na capital mineira.

"Sobre as questões financeiras, Zezé Perrella lembra que o clube vem enfrentando um momento delicado desde que os estádios da capital foram fechados para reformas visando a Copa do Mundo de 2014, o que acarretou grandes prejuízos com a queda acentuada de bilheteria e esvaziamento do programa sócio futebol, com a perda de quase 20 mil adeptos, contabilizando um prejuízo aproximado de R$ 30 milhões. Por isso, o Cruzeiro viu-se obrigado a recorrer às instituições financeiras em 2011 assumindo compromissos que estão sendo saldados. Nessas operações, o ex-presidente foi avalista, como sempre fez durante seus anos à frente da presidência, um procedimento absolutamente normal", explica a nota divulgada à imprensa.

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