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Futebol
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Cristóvão diz que conversa com Gomes sobre futebol é superficial

Auxiliar conta que, nesta fase de recuperação, falar sobre trabalho não é prioridade para o treinador

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Há um mês, Cristóvão Borges vive esta rotina: nos dias de coletiva e entrevistas pós-jogo, o técnico interino do Vasco responde perguntas sobre a recuperação do amigo Ricardo Gomes. Atencioso, o auxiliar do comandante cruzmaltino fala com satisfação. Afinal, Ricardo correu sério risco de vida e hoje já está em casa fazendo sessões de fisioterapia e fono.

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As respostas surpreendem pela recuperação, mas neste período, revela Cristóvão, o assunto futebol/trabalho é ainda superficial. Apenas histórias de bastidores e citações sobre o resultado dos jogos são conversados.

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"Neste momento, isso não é o mais importante. A prioridade é a recuperação dele", diz o auxiliar, completando: "A gente brinca, fala do Vasco, mas não entramos no mérito do trabalho. Nem ele quer isso".

Cristóvão conta que Ricardo Gomes tem se dedicado ao máximo à fisioterapia. O técnico interino, que foi seu companheiro no Fluminense e na seleção brasileira, não se lembra de ter visto o técnico tão comprometido.

"Vocês conhecem bem o Ricardo e sabem da dedicação dele. Eu posso dizer que estou surpreso com o empenho dele. Tenho visitado ele todos os dias e ele está se esforçando demais nas sessões. Nunca vi".

A intimidade começou nos anos 80. Juntos, na função de técnico e auxiliar, os dois trabalham desde 2004. A relação já estabeleceu um grau elevado de confiança. Assim, Cristóvão tem a liberdade de fazer o que quer, pois sabe que Ricardo lhe daria carta branca.

"Quando trabalhamos no Fluminense, em 2004, houve um jogo em Curitiba que ele ficou no hotel, pois estava muito frio e ele não se sentia bem. Na saída do hotel, ele disse: 'Faz do teu jeito'. A partir daí, não tive problemas com as minhas convicções, pois pensamos da mesma forma. Talvez por isso ele não fala nada sobre escalação e o trabalho", disse o auxiliar.

Em tempo: mesmo que quisesse, o estágio de Gomes com a fala ainda não o permite diálogos longos e complexos.
 

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