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Craques do passado analisam chances do Cruzeiro

Catimba dos rivais, perda do Mineirão e jogadores improvisados podem atrapalhar campanha na Libertadores

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

Vipcomm
Eterno capitão, Piazza acredita que a perda do Mineirão pode atrapalhar na Libertadores
O Cruzeiro estreia nessa quarta-feira na Copa Libertadores, contra o Estudiantes. Essa é a quarta participação seguida do clube mineiro, que já tem tradição na competição continental (conquistou o torneio em duas oportunidades: 1976 e 1997).

A torcida se pergunta se o atual elenco tem condições de conquistar a América novamente e quais cuidados tomar durante a campanha. Para responder a tais perguntas, o iG entrevistou jogadores que já fizeram historia no torneio ao defender o clube mineiro.

O ex-atacante Evaldo, campeão em 1976, criticou o ataque do atual elenco. “Sempre esperamos que o Cruzeiro se apresente bem na Libertadores, mas estou com o pé atrás. O time precisa urgentemente de um centroavante. Mas a diretoria, não sei o por quê, não contratou. Precisa de um lateral-direito e não conseguiu. Quando você entra em uma competição com jogador improvisado (ele se refere a Pablo), é sinal que você não está querendo ganhar”, disse Evaldo, que não poupou críticas ao atual camisa 9 do Cruzeiro. “Wellington Paulista já não tem o domínio de bola que precisava ter, e ainda joga isolado. Assim, fica complicado.”

O ex-zagueiro Procópio Cardoso, campeão da Taça Brasil em 1966 pelo Cruzeiro, disse que a defesa tem muito a melhorar. “Apesar de o Fábio ser um grande goleiro, a defesa deixa muito a desejar”, disse Procópio.

Já Dirceu Lopes, considerado um dos maiores craques da história do clube, espera que os erros de 2009 (quando o time foi vice-campeão, perdendo a final em casa) possam trazer lições ao elenco. “O Cruzeiro entrou na catimba dos argentinos em 2009 e perdeu um jogo ganho, dentro do Mineirão. Espero que tenha aprendido com isso.”

O ex-zagueiro Wilson Piazza, campeão do mundo com a seleção brasileira na Copa de 1970, e da Libertadores em 1976, pelo Cruzeiro, acredita que o time perde por não poder contar com o Mineirão, fechado para reformas. “O Cruzeiro vai sentir muita falta do Mineirão. Não só no aspecto financeiro, por conta da renda, mas no aspecto casa. O time perde muito do fator campo, fator torcida. Isso pode fazer a diferença. Aí está a importância da torcida empurrar o time em Sete Lagoas.”
 

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