Lateral esquerdo resolveu alterar o sobrenome, como já foi ordenado a fazer em 2011 no Nova Iguaçu e no Botafogo

O lateral esquerdo contratado pelo São Paulo no início do ano nasceu em 11 de março de 1987 como Bruno Cortês . Mas, no clube paulista, resolveu alterar seu sobrenome, como já foi ordenado a fazer em 2011, e adotar "Cortez" como um "apelido esportivo".

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"Meu nome é Cortês com 's', mas, no Nova Iguaçu [em 2011], o presidente me pediu para coloca com 'z'. No Botafogo, joguei com 's' e com 'z', mas aqui no São Paulo pedi para colocarem com 'z'. Eu gosto. É um nome artístico", disse o jogador.

A dúvida surgiu depois da estreia do lateral no clube, nesse domingo, na goleada sobre o Botafogo de Ribeirão Preto, no Morumbi . Foi a primeira vez em que o jogador apareceu com o uniforme do São Paulo e a inscrição "Cortez". Na sua apresentação, a camisa tinha seu nome escrito como "Cortês", assim como nas matérias no site oficial do clube.

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A opção por utilizar um nome diferente é do próprio lateral. Caso similar ocorre com Casemiro , cujo nome é Carlos Henrique Casimiro, com "i", e não com "e". A mudança é chamada no clube de adoção de "apelido esportivo".

No São Paulo, o que tem sido comum ultimamente é o fim dos apelidos. Nas categorias de base, todos são obrigados a adotar o nome ou sobrenome de batismo. No time profissional, recentemente, Marcelinho virou Lucas, Edson Ratinho se tornou Edson Ramos, Willian José passou a ser só Willian e Carlinhos Paraíba deixou seu "Estado" de lado, assim como Marcelinho Paraíba, entre outros casos.

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