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Coritiba busca um clone de Ney Franco, que está de saída

Treinador deixará o clube para comandar a seleção brasileira sub-20, e objetivo é trazer um substituto com características semelhantes para a próxima temporada

Altair Santos, especial para o iG |

De volta à Série A do Campeonato Brasileiro, o Coritiba não quer cometer os erros de 2009, quando acabou rebaixado. O clube avalia que um dos equívocos naquela temporada foi apostar em técnicos que já haviam dado sua cota de contribuição ao clube, mas no retorno apresentaram fadiga de material. Foram Ivo Wortmann e René Simões.

Na opinião do presidente Jair Cirino, o pecado foi não ter trazido um técnico com perfil semelhante ao que saia. O Dorival Júnior nos deixou para ir para o Vasco e queríamos o Ney Franco, mas ele já estava com contrato em vigor no Botafogo. Se ele tivesse vindo desde o começo de 2009, certamente teríamos não só evitado rebaixamento como brigado por posições no alto da tabela, avalia o dirigente.

Sem conseguir trazer Ney Franco desde o começo da temporada, o Coritiba saiu de Dorival Júnior, que deixou o clube na nona colocação no Brasileiro de 2008 e criou uma cultura ofensiva na equipe, para apostar em Wortmann e Simões, que defendem sistemas mais defensivos. O ruído tático refletiu-se no campo, com a equipe fazendo uma Série A de altos e baixos em 2009.

Agora, sabendo que perderá Ney Franco para a seleção brasileira sub-20 - o treinador despede-se do cargo assim que terminar a Série B -, o Coritiba quer contratar um técnico com um perfil semelhante ao do que sai. Desde o final de setembro, quando o clube soube da contratação de Franco pela CBF, a diretoria já recebeu cerca de 20 currículos de treinadores, através de seus empresários.

Os nomes vão de Levir Culpi, há muitos anos no futebol japonês, até Oswaldo Alvarez, o Vadão, que recentemente passou pela Portuguesa. De concreto, por enquanto, apenas um contato do Coritiba com Adílson Batista, que há pouco acertou com o Santos. Houve uma conversa, mas não passou de sondagem, admite o treinador. O clube recuou quando ouviu a pedida salarial de R$ 300 mil.

O contato com Adílson Batista revela algumas características desejadas pelo Coritiba. Por exemplo, o clube descarta as chamadas velhas raposas do futebol brasileiro. Também tem de ser um treinador que não tenha uma comissão técnica acoplada ¿ a diretoria admite, no máximo, um auxiliar técnico. Por fim, busca um técnico envolvido com conceitos modernos do futebol.

O ideal seria ter um clone do Ney Franco, brinca o vice-presidente Vilson Ribeiro de Andrade, que, aliás, tem colhido informações do técnico que sai para definir o novo comandante do clube.

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