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Corinthians veta a cor verde até na mesa de sinuca do seu hotel

Salão de jogos do local, inaugurado nesta quinta-feira, é predominantemente alvinegro

Gazeta |

Todos os detalhes foram observados na decoração do hotel do Hotel Gildásio Matos Miranda (o nome homenageia o roupeiro Miranda, funcionário mais antigo do departamento de futebol corintiano), que servirá para o Corinthians se concentrar no CT Joaquim Grava. Inaugurado na manhã desta quinta-feira, o local é predominantemente alvinegro.

O verde, cor que representa o Palmeiras, não foi utilizado nem na mesa de sinuca do salão de jogos do hotel. Para evitar referências ao maior rival, o Corinthians preferiu o seu tradicional alvinegro não apenas no bilhar, mas também nas mesas de carteado, pingue-pongue e pebolim (chamado de pimbolim, totó, pacau ou fla-flu, dependendo da região do Brasil).

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Curiosamente, no entanto, há a presença de um escudo do São Paulo no interior do hotel. Em uma das salas, um troféu Laudo Natel (foi governador do Estado e presidente do São Paulo), com o distintivo tricolor gravado em sua base, aparece como item de decoração.

Assim como o restante do CT, o hotel do Corinthians foi pintado também de roxo, cor instituída no clube pelo diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg - que não foi ao evento de inauguração - e rejeitada por torcedores organizados.

O Corinthians estreará o seu hotel na pré-temporada que fará em janeiro. O local conta com 32 quartos e, além de salão de jogos, dispõe de lan house, piscina, restaurante, mini-ginásio, entre outros.

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