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Corinthians só abrirá treinos quando atos de violência cessarem

Treino desta segunda-feira será fechado. Clube teme por nova onda de vandalismo

Bruno Winckler, iG São Paulo |

Bruno Winckler
No sábado, jogadores chegaram para treino sob protesto
O Corinthians não abrirá seus treinos para a imprensa enquanto não tiver certeza de que as manifestações violentas de membros de facções organizadas não acontecerão mais. Foi uma determinação do presidente Andrés Sanchez, que anunciou a medida logo depois da vitória sobre o Palmeiras, no clássico de domingo.

“Por questão de segurança é o melhor a se fazer. O treino dessa segunda vai ser fechado porque não sabemos como vai ser.Vamos ver na segunda se a gente vai abrir na terça”, disse Sanchez.

No sábado, nos treinos pela manhã, mais de 300 pessoas ligadas às torcidas organizadas foram ao CT do Parque Ecológico para protestar contra o time eliminado da Libertadores pelo Tolima. Houve apedrejamento do ônibus corintiano. Os vândalos ainda danificaram o portão de entrada do complexo e agrediram fotógrafos e cinegrafistas que registravam os atos de violência.

Assim como aconteceu no sábado, os jogadores chegarão ao CT juntos, no ônibus do clube. A ideia é evitar que isolados, cada um no seu carro, os atletas sejam alvos mais fáceis dos vândalos. A vitória contra o Palmeiras diminuiu as chances de protestos, mas a segurança do clube não quer correr riscos.

No sábado, antes de se dispersarem, os manifestantes ouviram um dos líderes do movimento dizer em voz alta que os protestos continuarão. “Não podemos parar de protestar. Seja qual for o resultado contra o Palmeiras a gente tem que continuar pressionando e protestando”, disse.

O elenco corintiano se reapresenta para os treinos às 10 horas desta segunda-feira. Os jogadores que atuaram contra o Palmeiras farão apenas trabalhos físicos de recondicionamento muscular na academia. Os demais vão a campo. Ronaldo, Roberto Carlos e Dentinho, desfalques no clássico, serão reavaliados pelo departamento médico.

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