Corinthians se prepara para "guerra", mas vê protestos comedidos
Na véspera de clássico, sete torcedores exibiram faixas no CT. Jogadores conversaram com atletas no hotel
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A segurança corintiana convocou a Polícia Militar, antecipou a concentração do elenco para todos chegarem juntos ao CT, mas o máximo que os jogadores tiveram de "enfrentar" foi um solitário motoboy, que enquanto o ônibus entrava no centro de treinamento, gritou. "Vamos jogar bola! Vamos jogar bola".
O treino estava marcado para começar às 15h30 e o ônibus entrou no CT às 15h36. Os jogadores passaram a noite num hotel na região de Higienópolis, onde geralmente se concentram para jogos em São Paulo. Lá, mais cedo, Liedson, Júlio Cesar, Alessandro, Chicão e Ralf conversaram com alguns torcedores, intermediados por Edu Gaspar, gerente de futebol.
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A medida foi adotada para evitar que os jogadores chegassem sozinhos em seus carros ao CT. O plano estava pronto para o pior, mas o principal protesto aconteceu somente depois que os jogadores estavam nos vestiários, com as faixas penduradas no CT por volta das 15h40.
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É normal que torcedores esperem jogadores na porta do CT para ter autógrafos e fotos. Alguns dos torcedores que estão quase diariamente no local não aprovam esse tipo de ação. "Acho errado. Também fiquei brava com a derrota para o Santos, mas é hora de apoiar o time", disse Valquíria Dionísio de Jesus, de 68 anos, uma das dezenas de torcedores que foram ao CT para apoiar e não protestar.