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Papa Francisco pediu que torneio seja de paz entre religiões e países; veja

O papa Francisco enviou nesta quarta-feira (13) uma mensagem aos jogadores e organizadores da Copa do Mundo na Rússia , pedindo que o torneio seja um momento de solidariedade e paz entre as nações, culturas e religiões.

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Papa Francisco
Reprodução/Twitter
Papa Francisco


"Amanhã começa a Copa do Mundo de Futebol na Rússia. Desejo enviar a minha cordial saudação aos jogadores e aos organizadores, assim como aos que seguirão pelos meios de comunicação social este evento que ultrapassa qualquer fronteira", disse o Pontífice ao término da audiência geral desta quarta-feira, no Vaticano. "Que esta importante manifestação esportiva possa se tornar uma ocasião de encontro, de diálogo e de fraternidade entre culturas e religiões diversas, favorecendo a solidariedade e a paz entre as nações", destacou.

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O argentino Jorge Mario Bergoglio, eleito Papa em março de 2013, é um torcedor declarado do time do San Lorenzo. Francisco deveria ter recebido a seleção da Argentina na semana passada, ás vésperas da Copa, mas o encontro foi adiado.

Pouco interesse

Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (14)
Divulgação/Fifa
Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (14)


Se o papa está feliz e ansioso para a Copa, os brasileiros não estão no mesmo clima. De acordo com pesquisa divulgada hoje pelo Datafolha, a maioria da população brasileira diz não ter nenhum interesse na Copa do Mundo que será disputada a partir de quinta-feira (14), na Rússia.

Segundo o levantantamento, o desinteresse na Copa do Mundo alcançava 42% dos brasileiros no início deste ano e disparou às vésperas do Mundial, alcançando a marca de 53%. Esta é a primeira vez desde 1994, ano em que o Datafolha começou a fazer pesquisas sobre o tema, em que mais da metade da população demonstra não se interessar pela Copa.

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Antes do início da Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, o índice que mede o desinteresse da população com o evento estava em 36%. Aquela até então era a maior marca já registrada pelo Datafolha às vésperas de um Mundial e era alimentada pelos altos gastos públicos com a construção e reforma de estádios e com a inconclusão de obras de mobilidade prometidas pelo governo.

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