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Entidade máxima do futebol mundial vai aumentar os valores destinados à premiação para a Copa do Mundo de 2022, que acontecerá no Catar

Catar vai ser o país sede para a Copa do Mundo de 2022, o primeiro no Oriente Médio
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Catar vai ser o país sede para a Copa do Mundo de 2022, o primeiro no Oriente Médio

A Fifa anunciou nesta quarta-feira (13) que vai aumentar a premiação para a Copa do Mundo do Catar, em 2022. Segundo a entidade máxima do futebol mundial durante o Sseu 68º congresso em Moscou, a verba total alocada será de 440 milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 1,6 bilhão. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo , o valor corresponde a 26% do investimento previsto, que é de 1,6 bilhões de dólares (R$ 5,9 bilhões).

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Embora a Fifa ainda não tenha dado mais detalhes sobre como acontecerá a divisão da verba, a quantia aprovada está relacionada a uma Copa do Mundo de 32 seleções participantes. No entanto, há ainda a possibilidade do evento no Catar ser ampliado para 48 países. A mudança fica nas mãos das autoridades do país sede, que vão definir se permitem mais integrantes.

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Valores, embolsos e mudanças

Projeto de um dos estádios da Copa do Mundo Fifa do Catar, em 2022
Divulgação
Projeto de um dos estádios da Copa do Mundo Fifa do Catar, em 2022

Para o Mundial da Rússia, a entidade comandada por Gianni Infantino vai destinar 400 milhões de dólares em premiações . Ou seja, R$ 1,48 bilhões. Só o campeão vai receber 38 milhões de dólares (R$ 141 milhões). Na Copa do Brasil, em 2014, o total de prêmios foi de 358 milhões de dólares.

De acordo com um documento divulgado pela própria Fifa, 209 milhões de dólares (R$ 776 milhões) do investimento para a Copa no Catar foram destinados aos clubes de todo o mundo, que cedem seus atletas para as seleções participantes. Entre 2019 e 2022, a entidade tem a expectativa de obter receitas de 6,5 bilhões de dólares (R$ 776 milhões).

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"A Fifa tem economia e finanças muito sólidas neste momento. Há um tempo pensávamos que a Fifa estaria em crise econômica financeira, o que não acontece", afirmou Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol e um dos presidentes do Comitê Financeiro da entidade máxima do esporte.