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Futebol
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Copa do Brasil é um marco negativo na história do Vasco

Clube coleciona vexames para times pequenos. Na única vez em que foi à final, perdeu para o Flamengo

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

A Copa do Brasil é uma pedra na chuteira vascaína. Desde a primeira edição, em 1989, o Vasco não foi além de um vice-campeonato, em 2006. Nas outras edições, sempre deixou a desejar. Em algumas delas, fez vergonha. Daí a preocupação para que este ano os vexames não se repitam.

O Vasco ficou fora dos torneios de 1998 e 2001, por ter sido campeão brasileiro nos anos anteriores e garantido, assim, vaga na Taça Libertadores. Mas quando entrou em campo, protagonizou alguns micos históricos. Conseguiu a proeza de ser eliminado em fases iniciais para times como Remo e Baraúnas.

Duas edições chamaram a atenção do torcedor pelo aspecto negativo. A mais traumática aconteceu em 2006. A equipe comandada por Renato Gaúcho conseguiu ir à final, após eliminar o Fluminense. E na decisão enfrentou o rival Flamengo. À época, a rivalidade era acirrada pelos seguidos vice-campeonatos vascaínos em confrontos recentes entre as duas equipes.

Futura Press
Flamengo e Vasco disputaram a final da Copa do Brasil de 2006, quando o Fla levou a melhor


Num passado num muito distante, Flamengo e Vasco haviam decidido o Campeonato Carioca quatro vezes, sendo três consecutivas (1999, 00, 01 e 04). Vitória rubro-negra em todas as finais. Para os vascaínos, era hora de pôr fim à escrita.

Mas não foi o que aconteceu. O rival venceu as duas partidas: 2 a 0 e 1 a 0. Na finalíssima, uma cena chamou a atenção em meio à festa rubro-negra. Expulso ainda no primeiro tempo, o atacante Valdir Papel deixou o campo sob intensa vaia e, para piorar, levou uma sonora bronca do treinador, que o empurra em direção ao vestiário.

Outra edição cercada de polêmica foi em 2003. O elenco tinha as estrelas Marques, Marcelinho Carioca e Edmundo. O então presidente Eurico Miranda exigiu que os jogadores de desdobrassem em esforços para quebrar o incômodo jejum no torneio nacional.

Edmundo e Marcelinho estavam lesionados. Em tratamento médico, ainda não reuniam condições físicas e clínicas para entrar em campo. A situação do Animal era mais delicada, pois o atacante se recuperava de cirurgia no joelho. Marcelinho se curava de um estiramento muscular. Para não ficar mal com o temido dirigente, chegou a afirmar que entraria em campo na segunda partida.

Mas acabou cortado na concentração. Ambos não participaram de nenhum das partidas. Apenas Marques, entre os medalhões, atuou. No primeiro compromisso, no Mineirão, vitória cruzeirense por 2 a 1, gols de Aristizábal e Alex. Marques descontou. No jogo de volta, em São Januário, empate em 1 a 1. Souza e Alex marcaram. O Cruzeiro passou de fase, eliminou o Goiás na semifinal e o Flamengo na final.

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