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Contra o Cruzeiro, Atlético-MG finalizou mais no segundo tempo

Atlético-MG chutou 12 vezes a gol no segundo tempo, contra 11 do primeiro e nove do rival durante o jogo

Victor Martins, iG Belo Horizonte |

Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro
O técnico Cuca vê e não acredita: Atlético permite empate do Cruzeiro depois de abrir 2 a 0
Depois de mandar no primeiro tempo do clássico, ter 60% de posse de bola e fazer 2 a 0 no placar, o Atlético-MG viu o Cruzeiro reagir na etapa final e empatar o clássico . Mesmo assim o técnico Cuca surpreendeu na sua coletiva disse que o time alvinegro também foi melhor do que o rival na etapa final .

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“O segundo tempo foi bem jogador também, nós perdemos as chances de matar o jogo. Criamos oportunidades para fazer o placar e não fizemos”, comentou o treinador atleticano, que tem razão, pelo menos no quesito finalização.

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Se no primeiro tempo o time atleticano precisou de 11 arremates para fazer dois gols, no segundo o goleiro Fábio teve ainda mais trabalho, pois foram 12 finalizações do Atlético-MG, dando o total de 25. Já o Cruzeiro chutou nove bolas a gol, sendo sete delas na etapa final. Curiosamente só Anselmo Ramon acertou a meta de Renan Ribeiro , pois foram apenas dois chutes no alvo durante os 90 minutos.

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“Por isso que temos de ter o equilíbrio e sensatez. O torcedor está p da vida e eu também estou, mas não posso chegar aqui e colocar fogo em Roma em cima de um empate em que nós fomos melhores o jogo todo, nos dois tempos. Até com dez tivemos a chance de fazer o gol e fizemos, mas estava impedido. Não pode é colocar a culpa no Guilherme porque perdeu o gol ou no Renan porque errou o tempo da bola ou no Berola que saiu jogando errado. Nós precisamos desses caras e eles é que vão nos dar o título”, completou Cuca.

E não foi apenas nos arremates que o Atlético-MG teve números superiores no clássico. Coube também à equipe atleticana fazer mais desarmes (20 x 14), acertar mais cruzamentos (5 x 3), dar mais dribles (11 x 5) e cobrar mais escanteios (9 x 3). Apesar de ter trocado menos passes do que o Cruzeiro (196 x 193), o Atlético-MG teve 90% de aproveitamento contra 85% do rival. Mas para conseguir anular as principais peças do adversário, a equipe de Cuca cometeu 28 faltas, nove a mais do que sofreu. 

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