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Comissão técnica evitará que os atletas durmam em Frankfurt para ajudar na adaptação do fuso horário

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Muricy Ramalho passa pelos torcedores que invadiram o Aeroporto de Cumbica para dar apoio ao Santos
Futura Press
Muricy Ramalho passa pelos torcedores que invadiram o Aeroporto de Cumbica para dar apoio ao Santos
A comissão técnica do Santos planeja um esquema especial para não sofrer com o fuso horário japonês, 11 horas adiantado em relação ao horário de Brasília. Para isso, o elenco santista será obrigado a encarar até um “corujão” no hotel, em Frankfurt, na Alemanha, onde passará antes de chegar ao Japão para disputar o Mundial de Clubes da Fifa .

Após deixar o Brasil na última segunda-feira, a delegação do Santos chegou à Europa nesta terça-feira. Ali, o técnico Muricy Ramalho colocará em prática um cronograma para facilitar a adaptação dos jogadores ao “relógio japonês”.

Veja também: Com atraso, Santos faz última parada antes do Japão na Alemanha

Após o almoço, os atletas serão encaminhados aos quartos para um rápido descanso. No início da noite, o elenco santista realizará um treinamento na academia no hotel. Em seguida, por volta das 22h (horário local), os jogadores irão jantar. Muricy planeja colocar o time para conceder entrevistas após a refeição. A ideia é que o retorno aos quartos seja o mais tarde possível, evitando que os atletas durmam.

Tudo isso tem apenas um objetivo: deixar os jogadores bem cansados para que eles caiam no sono no voo para Nagoya, cidade onde o elenco realizará os treinamentos visando a estreia no Mundial, no dia 14 deste mês, em Toyota.

Confira a tabela do Mundial de Clubes

A chegada em território nipônico está prevista para a próxima quinta-feira. No mesmo, o Santos realizará o primeiro treino no Japão, por volta das 17h (horário local), no Centro de Treinamento Mizuho T&F, em Nagoya.

O capitão do Santos, o zagueiro Edu Dracena , não esconde que a adaptação ao fuso horário era uma das preocupações do elenco. Os jogadores, inclusive, consultaram o volante Henrique , que defendeu o Jubilo Iwata, do Japão, entre 2006 e 2007.

“O Henrique, que jogou no Japão, disse que o mais difícil é se adaptar ao horário quando saímos de lá para cá, já indo pro Japão demora mais um tempo. São aspectos que vamos enfrentar”, disse Dracena.