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Trabalhadores exigem ainda o aumento da bolsa-alimentação e a instituição de um piso salarial fixo

Em greve desde esta última quarta-feira, os operários da reforma do estádio do Maracanã se reuniram com os membros do Consórcio Maracanã Rio 2014 e conseguiram ter apenas uma de suas reivindicações atendida. A partir de setembro, todos os trabalhadores terão direito a um plano de saúde. Entretanto, a paralisação segue no Rio de Janeiro.

Além da concessão de um seguro de saúde, os trabalhadores pedem o aumento da bolsa-alimentação de R$ 100 para R$ 300 por mês e ainda a instituição de um piso salarial fixo. Uma inspeção também foi requisitada, após uma explosão que feriu um funcionário e serviu de estopim para o início da greve.

De acordo com um representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção intermunicipal do Rio de Janeiro (Sitraicp), uma nova reunião será realizada ainda nesta quinta-feira, visando a aprovação das demais exigências.

Apesar da possível extensão da paralisação, o presidente da Sitraicp, Nilson Duarte Costa, não acredita que a greve possa acarretar em um atraso nas obras para o Mundial de 2014. Segundo Duarte, os trabalhos estão dentro do cronograma.

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