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Conselho Fiscal do Flamengo oficializa inquérito para apurar parceria entre o clube e o CFZ

Comissão presidida por um procurador federal terá dois meses para apresentar relatório, que será então apreciado pelo Conselho Deliberativo

Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

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O Conselho Fiscal do Flamengo aprovou nesta terça-feira a instauração de uma comissão de inquérito para apurar supostas irregularidades no contrato de parceria entre o clube da Gávea e o CFZ, clube de Zico, envolvendo também a empresa MFD, que investe em direitos sobre jogadores. A comissão será presidida por Gonçalo Veronese Moniz Vianna, que é procurador federal, e terá dois meses para apresentar um relatório recomendando punição ou arquivamento. O documento será então levado a votação no Conselho Deliberativo.

De acordo com Vianna, a criação da comissão foi ensejada inicialmente pelas denúncias feitas pelo filho do ex-vice-presidente Delair Dumbrosk, André, ao blog de Milton Neves. André Dumbrosk será convidado para confirmar as denúncias perante a comissão, bem como Zico, que é sócio do clube.

"A comissão foi aprovada em decisão unânime. Houve uma investigação preliminar, que foi mais uma sindicância, e se decidiu fazer uma apuração mais detalhada agora com uma comissão de inquérito. A sindicância apura os indícios e aí evoluí ou não para uma comissão de inquérito. Vamos convidar o senhor André Dumbrosk, o Zico, que sempre disse que queria falar, se explicar e afirmou ter sido impedido, e outros sócios da administração", disse o procurador.

Na segunda-feira, o Conselho Fiscal emitiu nota oficial detalhando tudo o que está sendo apurado em relação à passagem de Zico como diretor-executivo do futebol do Flamengo. Além da parceria entre Flamengo e CFZ, o órgão presidido pelo ex-líder de torcida organizada, Leonardo Ribeiro, também conhecido como Capitão Léo, questiona no documento as contratações feitas pelo então diretor-executivo, como as de Diogo, Deivid, Leandro Amaral, Val Baiano e Cristian Borja, entre outros assuntos.

A nota oficial também questiona o fato de André Dumbrosk não ter sido interpelado judicialmente, numa clara alusão ao processo movido por Zico na Justiça contra Leonardo Ribeiro.

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