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Conselho do Inter decide dia 14 o rumo das obras no Beira-Rio

Para não perder o direito de sediar a Copa de 2014, diretoria do clube quer contratar uma empreiteira

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Gabriel Cardoso
Presidente Giovanni Luigi concedeu entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira
A diretoria do Internacional já decidiu qual a melhor maneira de seguir fazendo as reformas do estádio Beira-Rio: Contratar uma empreiteira que assuma as obras e dê as garantias bancárias para a Fifa e para que o clube possa seguir tendo o seu estádio como sede da Copa do Mundo de 2014. Porém, a decisão ainda não foi tomada. A escolha caberá aos conselheiros do clube no dia 14 de março.

"Tratamos deste assunto nestes dois primeiros meses de gestão e, como eu havia prometido na campanha, levamos o assunto para o conselho deliberativo. É uma decisão muito difícil de ser tomada. Convocamos os conselhos consultivo, fiscal e deliberativo, mostramos os modelos e apontamos o que é mais viável. É lógico que o ideal seria que o clube tivesse o dinheiro", disse o presidente Giovanni Luigi.

É neste ambiente que o rumo segue indefinido. Entre os mais de 300 conselheiros do Inter existem as mais variadas ideias. A principal delas, liderada pelo ex-presidente Vitorio Piffero, é que se siga fazendo as obras com recursos próprios, dependendo da venda de camarotes, cadeiras e outras verbas geradas pelo clube. Porém, a gestão atual entende que desta maneira não é possível dar as garantias bancárias.

"Queremos ter as garantias que a Fifa exige e estamos buscando o melhor modelo para seguir as obras. Chegamos a 3 modelos que já vinham sendo trabalhados. Ou o auto finaciamento, ou achar algum parceiro, que repasse o financiamento do BNDES ou a construtora. Através dos nossos estudos chegamos a conclusão que o clube não consegue pelo auto financiamento arrecadar a verba suficiente para finalizar as obras, apesar de ser o modelo mais barato", explicou.

Na noite de quarta-feira o assunto foi debatido no conselho deliberativo. A atual direção apontou a tendência de escolher a parceria com a construtora Andrade Gutierrez, mostrando que essa é a única forma viável no momento. Os conselheiros ouviram esta e outras opiniões dissidentes e uma nova reunião foi marcada para o dia 14 de março. Nesta data, ou no máximo dia 15, será tomada a decisão.

Contratando a empreiteira, o Inter seguiria fazendo as reformas no mesmo ritmo, com a diferença que a empresa contratada assumiria as finanças da obra com recursos próprios e ganharia o direito de explorar o complexo do estádio por 20 anos. O acordo seria fechado com um valor determinado de R$290 milhões já no início das obras. Além do Beira-Rio pronto para a Copa, o clube receberia um novo centro de treinamentos, um edifício-garagem e um shopping.
 

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