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Conca teria espaço na seleção se fosse brasileiro, diz Ney Franco

Atleta já foi convocado para defender as seleções de base da Argentina, mas jamais atuou pela equipe principal

Gazeta Esportiva |

Responsável por nove gols e 17 assistências no Campeonato Brasileiro, o argentino Conca foi o principal destaque do título conquistado pelo Fluminense. Para Ney Franco, coordenador das categorias de base da CBF e treinador da seleção sub-20, o meia teria espaço no time nacional caso fosse brasileiro.

"Sem dúvida", afirmou o Ney Franco quando questionado sobre o assunto. "É claro que isso é responsabilidade do Mano Menezes, mas é um jogador talentoso e que vem jogando bem há três temporadas. Nesse ano, ele conseguiu uma boa regularidade. O Conca merece todos os elogios e prêmios que vem ganhando", disse.

O atleta já foi convocado para defender as seleções de base da Argentina, mas jamais atuou pela equipe principal. Ele chegou a admitir a possibilidade de se naturalizar para jogar no time brasileiro, porém o técnico Mano Menezes descartou categoricamente a ideia de chamar o estrangeiro.

"As escolas brasileira e argentina são as que mais produzem atletas para o cenário internacional. O Conca tem um talento enorme e com potencial para jogar tanto na Argentina quanto no Brasil, se fosse brasileiro. Se ele tivesse idade para jogar o Sul-americano sub-20, estaria na minha lista", disse Ney Franco.

Conca não foi o único argentino a se destacar no futebol brasileiro ao longo desta temporada. No Internacional, campeão da Copa Libertadores, D'Alessandro virou ídolo. Assim como Montillo, principal nome no Cruzeiro, vice-campeão nacional.

"Nosso país é democrático em todas as áreas e no futebol não poderia ser diferente. A gente abre espaço sempre para o talento e esperamos que esses estrangeiros que se destacaram sirvam de referência para nós que trabalhamos com a base para produzir mais atletas brasileiros de qualidade, principalmente do meio para frente", declarou Ney Franco.

Para o coordenador, a importação de jogadores não compromete a renovação do futebol brasileiro. "Eu acho que tem espaço. Só vem e se destaca aquele jogador que tem muito talento. Da mesma forma que os outros países dão espaço para os brasileiros, não podemos fechar esse mercado", encerrou.

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