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Conca mostra otimismo com renovação e paciência por chance na seleção

Eleito melhor jogador do Brasileirão pelo prêmio Bola de Prata, meia argentino diz que ainda não consegue entender sua importância na história do Fluminense

Levi Guimarães, iG São Paulo |

O dia seguinte à conquista do bicampeonato brasileiro também é de boas notícias para a torcida do Fluminense. Nesta segunda-feira, depois de receber os uma bola de prata como melhor meia e a bola de ouro de melhor jogador do Brasileirão pelo prêmio Bola de Prata da revista Placar e da ESPN Brasil, o argentino Conca declarou seu desejo de permanecer no clube.

O que passa na minha cabeça hoje é ficar muito tempo no Fluminense. O Celso Barros (presidente da Unimed, principal patrocinadora do clube) quer que eu fique, está fazendo um grande esforço. Mas a verdade é que eu não quero sair. [A negociação] demorou porque o Fluminense estava na briga pelo título, então era difícil de sentar para conversar. Mas o Celso demonstrou querer que eu continue no clube, afirmou o jogador.

O atual contrato de Conca com o Fluminense se encerra no final de 2011 e a intenção tanto do jogador quanto do clube e do patrocinador é de que o novo vínculo seja por um longo período. O novo contrato deve ser entre 3 e 5 anos, durando até o final de 2014 ou de 2016.

Além do título brasileiro e do prêmio individual de melhor jogador do Brasileirão, Conca falou sobre outra meta ainda não alcançada, a convocação para a seleção argentina. Ele admitiu que ainda não estava preparado para ser profissional quando atuava em seu país natal e diz querer provar dentro de campo que merece uma chance.

Não conversei com treinador nem com ninguém da federação, mas acho que o jogador se quer conseguir alguma coisa tem que demonstrar dentro de campo. Estou me esforçando para um dia ser chamado e então tentar mostrar um grande futebol, disse.

Considerado o principal responsável pelo título ao lado do técnico Muricy Ramalho, o argentino diz ainda não ter dimensão de sua importância na história do clube carioca. Ao ser premiado, ele dividiu a conquista com os companheiros de time e com todos os funcionários do Fluminense.

Ainda não consigo entender. Sei que estou me sentindo muito bem, mas todos têm a mesma importância. Hoje deram o prêmio para mim, mas quem ganhou foi todo o time. O Fluminense me deu muitas coisas. O torcedor me tratou bem desde que cheguei e o título quem mais merece são os seguranças, massagistas, todo mundo que trabalha no clube.

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