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Conca ganha reforço da mãe Dora na torcida pelo Fluminense

Dorita, como o argentino chama a mãe carinhosamente, disse que o reconhecimento do filho no Brasil é muito maior do que na Argentina

iG São Paulo |

 

Nada como o colo de uma mãe para controlar a tensão e a ansiedade de um filho às vésperas de um momento tão importante. Principalmente quando eles moram a mais de 2.800km de distância. Principal jogador do Fluminense no Campeonato Brasileiro, Dario Conca recebeu a visita de dona Dora durante o treino desta quarta-feira. No Rio desde o dia 5 de novembro, Dorita, com o argentino chama carinhosamente a mãe, foi às Laranjeiras prestigiar o filho mais famoso e se emocionou com o reconhecimento do torcedor tricolor pelo caçula da família.

Discreta e solitária, Dora Conca acompanhava tranquilamente o coletivo entre os reservas e o time de juniores  - que contou com a volta do apoiador Diogo, que corre por fora para ser o substituto de Deco, vetado, no próximo domingo -, quando teve sua identidade descoberta. E como num toque de mágica, a mãe do craque do Brasileirão se viu cercada por jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

Mesmo tímida como o filho, Dorita são se importou com o assédio e se mostrou simpática e orgulhosa com o sucesso de Conca no Brasil. Impressionada com o número de torcedores no clube, ela quase não conteve a emoção ao falar sobre o carinho que o filho mais novo tem recebido do torcedor tricolor.

É uma emoção muito grande para uma mãe ver o carinho com que seu filho é tratado num país que não é o dele. Na Argentina, o reconhecimento do torcedor não chega nem perto do que o Conca tem no Brasil. Principalmente, no Rio de Janeiro. Até porque lá ele nunca teve a mesma oportunidade de se destacar como aqui. Estou orgulhosa, disse a mãe do jogador, visivelmente emocionada.

Feliz pelo futebol que o jogador tem apresentado e que certamente vai lhe render o prêmio de melhor do país, Dora lembra que os quatro filhos jogaram futebol, mas apenas Conca sonhou em se tornar profissional. Embora reconheça que gostaria de ver o filho defendendo as cores de seu país, a mãe coruja afirma que não se importará em vê-lo com a camisa do maior rival da Argentina.

Ele sempre sonhou em defender a Seleção Argentina numa Copa do Mundo e eu como mãe gostaria muito que isso se realizasse. Mas se por acaso ele fosse chamado para jogar pelo Brasil eu não me importarei desde que ele estivesse feliz, afirmou.

A timidez e a discrição parecem mesmo ser as marcas da família Conca. Sem falar com a imprensa há muito tempo, o argentino percebeu de longe o assédio à mãe e na mesma hora pediu a um dos assessores de imprensa do clube que a tirasse do meio dos jornalistas. Antes de seguir para o campo, dona Dora defendeu o pupilo tricolor.

Ele é tímido mesmo e não gosta de falar quando está cercado por muitas pessoas, explicou.

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