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Comitê da Copa 2014 sinaliza que multinacional brasileira financiará ampliação do Fielzão

Anúncio do nome do patrocinador que irá arcar com os custos do aumento da capacidade do estádio do Corinthians, palco preferido para a abertura do Mundial, deve acontecer até o fim do ano, com a vinda de Joseph Blatter ao Brasil

iG São Paulo |

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Uma empresa multinacional brasileira vai financiar a ampliação da capacidade do projeto de estádio do Corinthians. A arena que será construída em Itaquera, zona Leste de São Paulo, é a preferida para receber o jogo inaugural da Copa do Mundo de 2014.

O COL (Comitê Organizador Local) da Copa de 2014 informou ao iG que o nome da empresa patrocinadora será anunciado até o fim deste ano. Será este o parceiro que bancará os R$ 200 milhões que faltam às garantias financeiras do projeto de ampliação do estádio do Corinthians - o local da abertura da Copa, pela regra da Fifa, deve oferecer no mínimo 65 mil lugares.

Uma das razões para justificar a espera do anúncio atende pelo nome de Joseph Blatter. O presidente da Fifa virá ao Brasil para participar da divulgação do nome da empresa. No dia 9 de novembro, o iG revelou que, apesar de negar publicamente, a Fifa estava em busca de parceiros comerciais para ajudar a pagar a conta do estádio preferido para a abertura da Copa.

Com o aporte, o custo do estádio do Corinthians, inicialmente orçado em R$ 400 milhões, deve chegar a R$ 600 milhões. Segundo duas pessoas envolvidas no projeto, dois são os motivos que levarão a Fifa a atuar diretamente para que o estádio em Itaquera saia do papel com toda a infraestrutura de hospitalidade, mídia e estacionamento.

O primeiro é que a entidade faz questão de a abertura ser em São Paulo, centro econômico do Brasil. Apesar de ter deixado no ar a possibilidade de abertura em Belo Horizonte, Brasília ou até Salvador, nunca houve um plano B. Desde 2007, quando o Brasil foi anunciado oficialmente como sede, a abertura seria na capital paulista, e a final, no Rio de Janeiro. A procura por patrocinadores foi feita com esta divisão bem definida.

O segundo motivo é evitar o enorme constrangimento de transformar em "mico" um projeto que a própria Fifa apoiou, mesmo sem ter em mãos os detalhes e as garantias financeiras. Após reprovar por três anos o Morumbi, estádio do São Paulo e primeira opção paulista para a abertura, a Fifa optou pelo projeto corintiano, mesmo que a arena fique pronta às vésperas do Mundial - já é certo que o Fielzão não receberá a Copa das Confederações, em junho de 2013. Se as obras começarem em março de 2011, o estádio em Itaquera estará finalizado no último trimestre de 2013.

Qual o retorno?
O COL ainda não antecipou qual será o retorno para a empresa que bancar o que falta para construir o estádio com 65 mil lugares. Hoje, a Copa de 2014 conta com seis patrocinadores: Budweiser, Castrol, Continental, Oi, Mc Donalds, Seara, além do banco Itaú, considerado apoiador local.

Todas as empresas pagaram uma cota não divulgada para terem suas marcas expostas durante o torneio. Na África do Sul, foram oito patrocinadoras e seis apoiadores locais. É provável que a multinacional que vai financiar os R$ 200 milhões para o estádio do Corinthians tenha sua marca divulgada como parceira da Copa no Brasil.

Dois terços do valor da obra (R$ 400 milhões) do estádio do Corinthians já foram garantidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), via construtora Odebrecht, responsável pela obra. Esse é o máximo que a linha de crédito criada para estádio de futebol permite. Mesmo assim, o pedido do financiamento está atrasado, segundo informa o próprio clube.

Caso o trâmite burocrático evite que o banco estatal libere o dinheiro até março, Corinthians e Odebrecht pedirão empréstimo a um banco privado para pelo menos iniciar a obra. Alberto Goldman, governador de São Paulo, avisou que o Estado não colocará dinheiro na construção do estádio. Nem se quiséssemos poderíamos fazer isso. O governo e a prefeitura têm que investir na infraestrutura dos arredores, disse Goldman.

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