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Comissão de fiscalização pede cartolas “ficha limpa” na Fifa

Mark Pieth, chefe do comitê de governança, diz que a entidade precisa limitar o mandato de seus dirigentes

Reuters |

A Fifa precisa ficar de olho nos seus dirigentes eleitos e limitar o mandato deles, disse nesta quarta-feira o chefe de uma comissão independente, Mark Pieth, que irá examinar o funcionamento da entidade. O relatório de Pieth propõe "diligências regulares" para fiscalizar os membros eleitos para os comitês e regras claras para determinar se esses dirigentes têm "ficha limpa" para o cargo.

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O material apresentado por Pieth também diz que a Fifa está propensa a conflitos de interesses nas suas relações com as 208 associações nacionais. O suíço, nomeado na semana passada para chefiar o recém-criado comitê de governança da Fifa, alertou que seu relatório pode ser mal recebido por muitos dirigentes.

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"Estamos falando de coisas sérias aqui. Nem todo mundo vai gostar disso. Os órgãos estatutários não vão gostar de todas as coisas que estamos colocando sobre a mesa, (mas) não estou muito preocupado", afirmou Pieth.

Pieth recomendou também uma atenta fiscalização sobre o programa pelo qual a Fifa distribui verbas a associações nacionais para projetos de desenvolvimento do futebol.

AP
Joseph Blatter e Mark Pieth discursam em reunião da Fifa


A Fifa está sob intensa pressão para melhorar sua imagem e se tornar mais transparente depois das suspeitas de corrupção que cercaram a eleição das sedes para as Copas de 2018 e 2022. Mohamed bin Hammam, único candidato de oposição a Joseph Blatter, foi banido do futebol por causa das denúncias.

Pieth disse que prefere olhar para o futuro ao invés de investigar acusações do passado. "É muito difícil fazer ambas as coisas, e é preciso um tipo diferente de know-how", afirmou. "Acho que certamente fracassaríamos se fizéssemos ambas as coisas", concluiu o chefe do comitê de governança da Fifa.

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