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Destros da equipe de Renato Gaúcho ocupam, em sua maioria, posições defensivas

Wesley Santos/Pressdigital
Com o pé esquerdo, Douglas organiza o Grêmio
A recente reclamação de Gabriel, que pediu para ser mais acionado nos jogos , pode ser explicada pelo vício de o Grêmio atacar pela esquerda. Nesta quinta-feira, diante do Junior , por exemplo, o time entrará em campo com seis canhotos e cinco destros. É uma pequena diferença numérica, porém, com grande reflexo em campo.

Os canhotos são: o goleiro Victor, o zagueiro Rodolfo, o lateral Bruno Collaço, os meias Lúcio e Douglas e o atacante Escudero. Com pé direito preferencial, estão o zagueiro Rafael Marques, o lateral Gabriel, os volantes Fábio Rochemback e Adilson e o centroavante Borges. Ou seja: o meio-campo, o setor que organiza os ataques, é que faz a diferença.

"É até um fato raro isso acontecer, geralmente os times têm mais destros que canhotos. Eu nem tinha parado para contar. Isso facilita para mim, a tendência do jogo pela esquerda fica mais forte", comentou Bruno Collaço.

Não é raro ver o técnico Renato Gaúcho, à beira do campo, orientado a equipe a variar os lados das jogadas. No último treino, o treinador trabalhou o posicionamento de Adilson . A ideia é que o volante possa avançar mais e tentar fazer a mesma função de Lúcio, porém, pela direita. A partida das 19h15min será um bom teste.