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Futebol
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Com nova bola, Marcos Assunção espera retomar rotina de gols

Média de gols de volante cai e esperança é a diferença da bola do Paulistão para a Copa do Brasil

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Temor dos adversários quando o juiz marcava uma falta perto da área, Marcos Assunção não é mais o mesmo em 2011. Depois de fazer 12 gols no ano passado, o volante do Palmeiras não consegue mostrar a boa forma que o tornou indispensável dentro dos gramados e elege a bola como culpada pelos poucos gols. Este ano, ele comemorou apenas uma vez.

Segundo ele, a mudança da bola entre o Campeonato Brasileiro de 2010 e o Paulistão de 2011 atrapalhou bastante na hora de bater as faltas. Sua esperança é que na Copa do Brasil a rotina dos gols volte ao normal. Nesta quarta-feira, a estreia é contra o Comercial do Piauí.

“Tomara que as coisas voltem a acontecer como antes. Ainda não treinei faltas com a bola da Copa do Brasil, não. Nesta terça-feira, vamos treinar de novo com ela. Eu, por exemplo estou mais acostumado com a bola que não a gente não está jogando, do que com as que estamos no Paulista. Mas a vida de jogador é assim mesmo, tem que se acostumar o mais rápido possível”, disse Assunção.

Gazeta Press
Marcos Assunção espera voltar a balançar as redes do adversário

A média de gols não chega a ser a do artilheiro do campeonato, mas é boa. Em 2010, foram 12 gols em 53 jogos, o que significa 0,22 por partida. Agora, neste ano, a média está em 0,12, com apenas um gol marcado.

No jogo contra o Mogi Mirim, Marcos Assunção teve, pelo menos, duas chances com a bola muito perto da risca da grande área, mas ficou no quase. Nos treinamentos, o volante segue a mesma rotina da temporada passada: treino à exaustão.

Gols à parte, Assunção pede concentração de seus companheiros na Copa do Brasil para que o resultado seja positivo. E ele não se importa se a vitória será conquistada com show ou apenas com o futebol eficiente. O importante é conquistar os três pontos.

“Eu sou do seguinte lema: o importante é ganhar. Com ou sem show, eu quero os três pontos. Na Itália foi assim comigo. O Capello é um grande treinador e ganhou tudo por causa disso. Jogava com três, às vezes quatro volantes e ganhava de 1 a 0 ou 2 a 1. O espetáculo vem a partir do momento que está positivo, que o resultado te dá tranquilidade. Desculpem a expressão, mas o importante é ralar a bunda no chão e ganhar o jogo”, explicou.

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